Contabilidade, Auditoria, Finanças, Economia, Empreendendorismo e Análise de Dados.
Apresentação
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
PIX
Pagamentos instantâneos são as transferências monetárias eletrônicas na qual a transmissão da ordem de pagamento e a disponibilidade de fundos para o usuário recebedor ocorre em tempo real e cujo serviço está disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana e em todos os dias no ano. As transferências ocorrem diretamente da conta do usuário pagador para a conta do usuário recebedor, sem a necessidade de intermediários, o que propicia custos de transação menores.
No Brasil se chamará Pix, marca única, criada pelo Banco Central, lançada em coletivo a imprensa em fevereiro de 2020 clique aqui para assistir.
O Pix estará disponível para a população brasileira a partir de novembro de 2020. Além de aumentar a velocidade em que pagamentos ou transferências são feitos e recebidos, tem o potencial de alavancar a competitividade e a eficiência do mercado; baixar o custo, aumentar a segurança e aprimorar a experiência dos clientes; promover a inclusão financeira e preencher uma série de lacunas existentes na cesta de instrumentos de pagamentos disponíveis atualmente à população. Em linha com a revolução tecnológica em curso, possibilita a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio e a redução do custo social relacionada ao uso de instrumentos baseados em papel.
Veja:
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/pagamentosinstantaneos
terça-feira, 27 de junho de 2017
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Clientes poderão abrir e fechar conta corrente pela internet, decide CMN
Reconhecimento de imagem e voz, ou certificação, podem ser exigidos.
Marques destacou ainda que os bancos também podem verificar, por exemplo, há quanto tempo os solicitantes de contas correntes pela internet têm e-mail ativo.
Com exceção da flexibilidade do comparecimento presencial a uma agência bancária, todas as demais regras para a abertura de contas bancárias continuarão em vigor, como veracidade da situação cadastral, regras sobre tarifas, fornecimento de informações, adequação de produtos e serviços financeiros, além da prevenção de lavagem de dinheiro e terrorismo.
Outra regra aprovada pelo CMN permite que bancos possam comprar Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI's) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA's), emitidas por companhias securitizadoras ligadas a eles.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Dividido, Copom decide manter os juros em 14,25% ao ano
Decisão não foi unânime; dois diretores do BC votaram por alta a 14,75%.
Ao subir os juros ou mantê-los elevados, o Banco Central tenta controlar o crédito e o consumo, atuando assim para segurar a inflação, que tem mostrado resistência neste ano por conta da alta do dólar (que supera 40% e encarece insumos e produtos importados) e dos preços administrados – como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros.
Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
A decisão do Copom de manter novamente os juros estáveis acontece em meio à uma forte queda do nível de atividade, confirmada por meio de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de que o país está em meio à uma recessão técnica - e à alta do desemprego - fatores que, teoricamente, atuam para conter a alta dos preços.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
BC diz que avanços no combate à inflação não são suficientes

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Banco do Brasil diz que BC autoriza lançar R$3,2 bi no balanço por parceria com Cielo
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Aumenta a concentração bancária
Fonte: Valor Econômico
http://www.valor.com.br/financas/3778984/aumenta-concentracao-bancaria#
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Limite para conta simplificada, isenta de tarifas, sobe para R$ 3 mil, diz BC
Segundo instituição, limite máximo para bloqueio sobe para R$ 6 mil.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Veja a repercussão da decisão do Copom de elevar os juros para 11,25%
BC teria avaliado possível alta de combustíveis e preços administrados
[A decisão] Surpreendeu bastante. O mercado apostava que fosse manter os juros. O BC vinha com todo um discurso de que o IPCA iria convergir para a meta de 4,5%, então a expectativa era que mantivesse. O que ele [Copom] destacou no comunicado [em que anunciou a alta de juros] que entre outros fatores foi a intensificação dos ajustes de preços relativos. Então o câmbio deve estar relacionado com isso, o câmbio vai impactar na inflação. Tem outros preços que devem subir nos próximos meses, que estão defasados, represados, então acho que esses dois fatores levaram o Copom a subir. E é também o choque de expectativas, significa que o Banco Central está comprometido com a meta de inflação.
Eu fiquei surpreso [com a alta de juros]. Na situação atual você aumentar a taxa de juros é uma situação bastante complicada. O que eles olharam é a perspectiva que o IPCA-15 trouxe de uma meta de inflação ser extrapolada. O BC tem como premissa trabalhar com 4,5% com margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Mas acabou surpreendendo como o IPCA acabou acelerando (...). Isso fez com que infelizmente o BC elevasse a taxa de juros para forçar uma redução da inflação. Eu vejo isso como uma decisão arriscada. Porque nós estamos como problema das indústrias que estão perdendo competividade, o crédito fica mais caro, isso pode fazer com que as indústrias tenham uma perspectiva pior na produção e mesmo de financiamento para suas operações. Isso acaba desestimulando a produção das indústrias e fazer com que percam mais competitividade. A presidente Dilma já abriu o jogo do aumento do combustível, e já pode ter um indicativo de que vai pressionar mais a inflação. Isso também pode ser mais um motivo, com flexibilização dos preços administrados, que estava represado, vai colaborar com a alta da inflação.
O crescimento econômico já está baixo e os juros, altos. E agora com a elevação da Selic, emperra ainda mais o crescimento. Mais uma vez o Banco Central desperdiçou uma boa oportunidade para retomar o bom caminho da redução da Selic e, com isso, forçar uma queda maior dos juros e dos spreads dos bancos, a fim de baratear o crédito e incentivar o emprego, o desenvolvimento e a distribuição de renda.
Para a FecomercioSP, a decisão foi correta, pois a Entidade não está plenamente convencida de que o risco do IPCA ficar acima da meta tenha sido realmente eliminado. (...) Ao elevar a Selic em 0,25%, a autoridade econômica demonstra agir com prudência, o que a Entidade considera positivo. Além disso, o governo sinaliza que já compreendeu as preocupações dos mercados, dos investidores e dos analistas e indica que vai promover mudanças na condução econômica, conforme previa a FecomercioSP.
O aumento da taxa Selic revela que predominou, na reunião do Copom, a preocupação com a inflação, apesar do baixo nível da atividade econômica. Isso poderá contribuir para uma desaceleração ainda maior da atividade econômica. O que se espera, agora, é que o governo anuncie um ajuste fiscal crível e rigoroso que permita ao BC reduzir novamente os juros em sua próxima reunião.
Colocar toda a responsabilidade do combate à inflação na taxa de juros vem se mostrando uma estratégia equivocada, uma vez que está pondo em risco o maior patrimônio da economia brasileira atual, que é o emprego (...). Está cada vez mais evidente que o modelo atual se esgotou. O Brasil precisa urgentemente de uma nova política econômica, baseada no controle do gasto público, para que possamos obter baixa inflação e alto crescimento econômico.
O Copom parece não ter dimensionado bem o momento vivido pela economia doméstica ao elevar os juros básicos. Diante dos comportamentos recentes da atividade econômica, das contas públicas e dos índices de preços, o Banco Central preferiu não reconhecer a limitação do arrocho monetário como estratégia de controle da inflação a todo custo. Mesmo porque a alta dos juros já cumpriu seu papel na ponta. (...) O aumento da Selic prejudica, portanto, o reaquecimento da economia e a saúde das finanças públicas.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Autonomia do Banco Central
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Intervenções Cambiais do BC
Em resposta à forte depreciação do real, bem como ao aumento de volatilidade, o BC decidiu intervir no câmbio. A partir de fins de agosto de 2013, anunciou um programa que envolvia venda de US$ 2 bi de swaps cambiais por semana, além de empréstimo semanal de US$1 bilhão aos bancos.
O gráfico mostra que o anúncio do programa pode ser associado a uma forte queda na taxa de câmbio. Posteriormente, o BC anunciou que o programa prosseguiria em 2014, embora com redução substancial da venda semanal de swaps para US$ 1 bilhão. O segundo anúncio, como mostrado no gráfico, parece não parece ter surtido o mesmo efeito do primeiro.
Apesar do enorme volume de intervenções cambiais, próximo a US$ 90 bilhões, pesquisa que venho realizando com Laura Pitta e Marcos Chamon mostra que o comportamento do real não parece ter sido muito distinto do das demais moedas emergentes. O que contraria a visão predominante no mercado de que, não fossem as intervenções do BC, a taxa de câmbio estaria muito mais alta.
Como é possível que a intervenção do BC tenha sido responsável pela apreciação do real, e, ao mesmo tempo, evolução similar da taxa de câmbio tenha sido observada em outros países em que as autoridades não intervieram ou o fizeram em muito menor intensidade? Uma hipótese plausível me foi sugerida por Eduardo Loyo.
A hipótese é que a enorme depreciação do real na esteira do anúncio do tapering tenha aumentado significativamente a demanda por proteção (hedge) cambial. Devido àsaltas taxas de juros no Brasil, o hedge cambial é muito caro, o que faria com que os agentes tendessem a comprar pouco seguro contra a depreciação do real antes do tapering. A depreciação pós-tapering, contudo, teria levado os gerentes financeiros das empresas a reavaliarem o benefício do hedge, o que ensejoumaior demanda por proteção cambial. Assim, se o BC não tivesse ofertado o hedge cambial, o real teria se depreciado muito além das demais moedas emergentes.
Como, desde o início de suas intervenções cambiais, o BC não vendeu reservas, e o saldo das linhas de crédito leiloadas pelo BC é, hoje, apenas de US$ 2,25 bilhões, a demanda líquida por dólares à vista (spot) vem sendo suprida pelos bancos (agradeço a Sandro Sobral por este insight). O movimento de câmbio contratado, que registra todas as compras e vendas de câmbio à vista, mostra que, desde o final de agosto de 2013, as compras cambiais excederam as vendas em cerca de US$ 20 bilhões.
Essas duas dezenas de bilhões de dólares à vista vêm sendo supridas pelos bancos, que tomam emprestados no exterior, via linhas de crédito de curto-prazo, para ganhar a diferença entre o cupom cambial (taxa de juros em dólar no Brasil) e a taxa de juros externa. Essa “arbitragem”, contudo, encontra limites no risco de crédito (risco de contraparte) dos bancos frente a seus credores externos, entre outros fatores limitadores. Historicamente, o agregado de empréstimos externos de curto-prazo tomado pelos bancos tende a não exceder US$ 20 bilhões, valor muito próximo do atual.
Portanto, caso o fluxo cambial (comercial e financeiro) não melhore no futuro próximo, os bancos não mais se disporiam a realizar a arbitragem entre os swaps e o dólar à vista da mesma forma que vem fazendo desde o início do programa do BC. Daí resultaria provável combinação de depreciação cambial com aumento do cupom cambial, sinalizando escassez de dólar à vista. Se quiser evitar que isso ocorra, além das vendas de swaps cambiais, o BC teria que vender ou emprestar suas reservas para irrigar o mercado à vista.
Para 2015, cabe avaliar a continuidade do programa de intervenções cambiais. E, em se decidindo descontinuá-lo, o que fazer com o estoque de swaps vincendos. Mas isto é tópico para outro artigo.
http://www.economia.puc-rio.br/mgarcia/
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Com economia fraca, BC muda regra e injeta R$ 30 bilhões no mercado
Banco Central avaliou que há moderação na concessão do crédito.
No fim do mês passado, o BC baixou de 13% para 12% sua previsão de aumento do crédito ofertado pelos bancos em 2014. No ano passado, os empréstimos dos bancos avançaram 14,6%. Em 2010, o crescimento foi de 20,6%, passando para 18,8% de expansão no ano seguinte e para 16,4% em 2012.
Com as alterações no compulsório feitas pelo BC, a instituição passou a permitir que até 50% do recolhimento compulsório relativo a depósito a prazo, dos bancos, sejam cumpridos com operações de crédito.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
BC baixa para 1,6% previsão de alta do PIB e vê inflação perto do teto
Para 2015, BC também sobe sua previsão para comportamento dos preços.
Ao mesmo tempo em que baixou sua estimativa para o crescimento da economia brasileira, o Banco Central também passou a prever mais inflação tanto para este ano quanto para 2015.
Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Para 2014 e 2015, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
O BC também avaliou, no relatório de inflação, que uma "fonte de risco" para a inflação está no comportamento das expectativas para os preços, "impactadas negativamente nos últimos meses pelo nível da inflação corrente, pela dispersão de aumentos de preços, e, sobretudo, por incertezas que cercam a trajetória de preços (como o da gasolina) e tarifas de serviços públicos (por exemplo, eletricidade e ônibus urbano) com grande visibilidade".
terça-feira, 24 de junho de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Copom interrompe ciclo de alta e mantém taxa de juros em 11% ao ano
Com decisão, BC confirma aposta dos economistas do mercado financeiro
Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país. Para 2014 e 2015, a meta central para o aumento dos preços é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
No fim de março, o BC avaliou, por meio do relatório de inflação do primeiro trimestre deste ano, que a inflação ainda mostrava "resistência" e que uma "fonte relevante de risco para a inflação" estava no comportamento das expectativas dos analistas dos bancos e do setor produtivo, impactadas pela dispersão de aumentos de preços e pelas incertezas que cercam a trajetória de preços com grande visibilidade, como o da gasolina e os de alguns serviços públicos, como eletricidade".
Mesmo com a manutenção dos juros em 11% ao ano, o Brasil permaneceu na primeira posição no ranking mundial de juros reais (com 4,25% ao ano) feito pelo MoneYou. Os juros reais são calculados após o abatimento da inflação prevista para os próximos doze meses. Em segundo e terceiro lugares, aparecem a China (3,41% ao ano) e a Índia (2,66% ao ano). A taxa média de juros real em 40 países pesquisados está negativa em 1,1% ao ano.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
"BC deveria guardar munição no câmbio"
Texto de Ilan Goldfajn para Valor Econômico.
Publicado em: 16/04/2014
AVISO
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Universidades
- FGV (EESP) - Escola de Economia de São Paulo
- FGV (EPGE) - Escola de Pós-Graduação em Economia (RJ)
- FGV - Fundação Getúlio Vargas
- FUCAPE - Mestrado em Ciências Contábeis - Contabilidade Gerencial e Tributária
- FURB - Graduação de Ciências Contábeis
- FURB - Mestrado em Ciências Contábeis
- FURB - Universidade de Blumenau
- IBMEC - Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais
- IMPA - Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada
- IMPA - Mestrado em Métodos Matemáticos em Finanças
- Laboratorio de Finanças da FIA
- PUC - Rio
- PUC - Rio - Mestrado em Administração de Empresas (área de concentração em Finanças)
- PUC - SP
- PUC - SP - Graduação em Ciências Contábeis
- PUC - SP - Mestrado em Ciências Contábeis e Atuarias
- UERJ - Graduação em Ciências Contábeis
- UERJ - Mestrado em Ciências Contábeis
- UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro
- UFAM - Pós Graduação em Contabilidade e Controladoria
- UFBA - Mestrado em Ciências Contábeis
- UFC - Mestrado em Controladoria
- UFF - Faculdade de Economia
- UFF - Universidade Federal Fluminense
- UFMG - Faculdade de Ciências Econômicas
- UFMG - Mestrado em Contabilidade
- UFPE - Mestrado em Ciências Contábeis
- UFPR - Mestrado em Contabilidade
- UFRGS - Graduação em Ciências Contábeis e Atuariais
- UFRGS - Mestrado em Ciências Contábeis
- UFRGS - Progrma de Pós-Graduação em Economia
- UFRJ - Graduação em Ciências Contábeis
- UFRJ - Instituto de Economia
- UFRJ - Mestrado em administração (área de concentração em Finanças e Controle Gerencial)
- UFRJ - Mestrado em Ciências Contábeis
- UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
- UFSC - Mestrado em Contabilidade
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- UNB - Graduação em Ciências Contábeis
- UNB - Pós Graduação (Mestrado e Doutorado) em Ciências Contábeis
- UNB - Universidade de Brasília
- USP - Departamento de Economia
- USP - Graduação em Ciências Atuariais
- USP - Graduação em Ciências Contábeis
- USP - Pos-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Ciências Contábeis
- USP - Universidade de São Paulo
Sites para pesquisa
- AgenUsp - Site da agencia da USP que edita ,online, boletins sobre teses, eventos e cursos.
- Auxilio em Monografias ABNT
- Classificação Qualis/Capes de Periódicos e Congressos
- Divisão de Bibliotecas e Documentação da PUC-Rio
- Google Acadêmico
- Minha Aulas
- SBRT - Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas
- SIBi - Sistema Integrado de Bibliotecas Universidade e São Paulo
- WEB Calc
Jornal
Revistas
- Revista Sociedade, Contabilidade e Gestão
- BBR - Brazilian Business Review
- Cadernos EBAPE.BR - Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas
- Contabilidade Vista & Revista
- Contabilidade, Gestão e Governança
- Lua Nova: Revista de Cultura e Política
- RBGN Revista Brasileira de Gestão de Negócios
- RC&C - Revista de Contabilidade & Controladoria (UFPR)
- Revista Base
- Revista Brasileira de Ciêc
- Revista Brasileira de Ciências Sociais
- Revista Brasileira de Economia
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- Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ
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- Revista de Economia Contemporânea
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- Tributário
Artigos Científicos
- A CONTROLADORIA E O CAPITAL INTELECTUAL:
- A GESTÃO PÚBLICA POR RESULTADOS E A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
- A INFLUÊNCIA DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL E DE
- ANÁLISE COMPARATIVA DAS FILOSOFIAS DE AUDITORIA
- ANÁLISE EMPÍRICA DE MODELOS DE VALUATION NO AMBIENTE BRASILEIRO:
- ATIVOS INTANGÍVEIS E O DESEMPENHO EMPRESARIAL*
- Capital Intelectual: Verdades e Mitos
- CAPM TEÓRICO VERSUS CAPM EMPÍRICO: SUGESTÃO PARA ESTIMATIVA
- Contabilidade Versus Fluxo de Caixa
- CONTABILIDADE: ASPECTOS RELEVANTES
- Da Contabilidade à Controladoria: A Evolução Necessária*
- DERIVATIVOS: O QUE SÃO E A EVOLUÇÃO QUANTO AO
- Excesso de Confianc¸a, Otimismo Gerencial e
- Formas de Financiamento das Empresas:
- HEDGE, REDUÇÃO DE VOLATILIDADE
- MERCADO DE CAPITAIS: RACIONALIDADE VERSUS EMOÇÃO
- O INTER-RELACIONAMENTO ENTRE POLÍTICAS DE
- O TRATAMENTO CONTÁBIL DO CAPITAL INTELECTUAL EM
- Oferta P´ublica Inicial no Brasil (2004-2006):
- OS IMPACTOS NA ATIVIDADE DE AUDITORIA INDEPENDENTE
- UM ESTUDO DE CASO ENVOLVENDO BUSINESS INTELLIGENCE
- Um Modelo de Fatores Latentes com
- UM MODELO DE GESTÃO DE ATIVO/PASSIVO: APLICAÇÃO PARA
- ÍNDICES DE RISCO SISTÊMICO PARA O SETOR BANCÁRIO
Leis, normas, etc
- Circular (BC) 1273 de 1987 - Às Instituições Financeiras e demais Entidades Autorizadas a Funcionar pelo Banco Central do Brasil
- Circular (BC) 3.438 de 2009 - Regulamenta a Conta Reservas Bancárias e a Conta de Liquidação no Banco Central do Brasil.
- Circular (BC) 3.457 de 2009 - Dispõe sobre a participação das cooperativas de crédito nos sistemas de compensação e de liquidação
- Circular (BC) 3.465 de 2009 - Altera a Circular nº 3.109, de 10 de abril de 2002, e o Anexo I do Regulamento da Custódia de Numerário do Banco Central do Brasil, instituído pela Circular nº 3.298, de 1º de novembro de 2005.
- Código Civil
- Código de Defesa do Consumidor
- Código de Ética Profissional do Contabilista
- Código Penal
- Constituição Federal
- Contabilidade aplicada ao setor público
- Contribuição Sindical
- CTN - Código Tributário Nacional
- Decreto 2.219 de 1997 - Regulamenta o imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos ou valores mobiliários - IOF.
- Decreto 3.000 de 1999 - RIR (Regulamentação do Imposto de Renda)
- Decreto 3.859 de 2001 - Estabelece as características dos títulos da dívida pública mobiliária federal interna e dá outras providências.Estabelece as características dos títulos da dívida pública mobiliária federal interna e dá outras providências.
- DECRETO 5.687 de 2006 - Promulga a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção
- Decreto 70.235 de 1972 - Processo Administrativo Fiscal
- DELIBERAÇÃO CVM Nº 489, DE 03 DE OUTUBRO DE 2005 - Provisões, Passivos, Contingências Passivas e Contingências Ativas
- Empregada Doméstica
- FGTS
- Instrução Normativa RFB nº 949, de 16 de junho de 2009 - Regime Tributário de Transição (RTT)
- Lei 1.079 de 1950 - Crimes de Responsabilidade
- Lei 10.179 de 2001 - Dispõe sobre os títulos da dívida pública de responsabilidade do Tesouro Nacional.
- Lei 10.180 de 2001 - Organiza e disciplina os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal, de Administração Financeira Federal, de Contabilidade Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal,
- Lei 10.198 de 2001 - DISPÕE SOBRE A REGULAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E SUPERVISÃO DOS MERCADOS DE TITULOS OU CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO, E DA OUTRAS PROVIDENCIAS.
- Lei 10.303 de 2001 - Nova Lei das S.A.
- Lei 10.520 de 2002 - Pregão
- Lei 109 de 2001 - Previdência Complementar
- Lei 11.101 de 2005 - Lei de Falências
- Lei 11.638 de 2007 - Alteração da lei das S.A.
- Lei 12.527 de 2011 - Lei de Acesso a informação
- Lei 12.846 de 2013 - Lei Anticorrupção
- Lei 12.973 de 2014 - Altera a legislação tributária federal relativa ao Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas - IRPJ, à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, à Contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins; revoga o Regime Tributário de Transição - RTT
- Lei 167 de 2019 - Dispõe sobre a Empresa Simples de Crédito (ESC)
- Lei 4.320 de 1964 - Direito Financeiro
- Lei 4.595 de 1964 - Lei do Sistema Financeiro Nacional (Mercado de Capitais)
- Lei 4.728 de 1965 - Disciplina o Mercado de Capitais e estabelece medidas para o seu desenvolvimento (Mercado de Capitais)
- Lei 4.729 de 1965 - Crime de Sonegação Fiscal
- Lei 5.452 de 1943 - CLT (Consolidação das leis do Trabalho)
- Lei 5.553 de 1968 - Lei do Documentos de Identificação Pessoal
- Lei 5.764 de 1971 - Política Nacional de Cooperativismo
- Lei 6.385 de 1976 - Comissão de Valores Mobiliários
- Lei 6.404 de 1976 - Sociedade Anônima
- Lei 6.830 de 1980 - Lei de Execuções Fiscais
- Lei 7.357 de 1985 - Lei do Cheque
- Lei 7.689 de 1988 - CSLL
- Lei 8.137 de 1990 - Crimes Contra a Ordem Tributária
- Lei 8.176 de 1991 - Crimes Contra a Ordem Econômica
- Lei 8.211 de 1991 - Lei das Diretrizes Orçamentárias
- Lei 8.213 de 1991 - Lei Planos de Benefícios da Previdência Social
- Lei 8.313 de 1991 - Lei Rouanet
- Lei 8.429 de 1992 - Lei da Improbidade Administrativa
- Lei 8.666 de 1993 - Licitação
- Lei 8.846 de 1994 - Emissão de documentos fiscais e o arbitramento da receita mínima para efeitos tributários, e dá outras providências.
- Lei 8.884 de 1994 - Antitruste
- Lei 8.900 de 1994 - Seguro-Desemprego
- Lei 8.934 de 1994 - Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins
- Lei 9.249 de 1995 - Altera a legislação do imposto de renda das pessoas jurídicas, bem como da contribuição social sobre o lucro líquido
- Lei 9.279 de 1996 - Propriedade Industrial
- Lei 9.307 de 1996 - Arbitragem
- Lei 9.313 de 1998 - Crimes de "Lavagem de Dinheiro"
- Lei 9.492 de 1997 - Lei do Protesto
- Lei 9.492 de 1997 - Protesto de Títulos e outros documentos de dívida
- Lei 9.514 de 1997 - Sistema de Financiamento Imobiliário
- Lei 9.610 de 1998 - Lei dos Direitos Autorais
- Lei 9.613 de 1998 - Dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei; cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF, e dá outras providências.
- Lei 9.790 de 1999 - OSCIPs (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público)
- Lei complementar 101, de 4 de maio de 2000. - Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
- Lei Complementar 105 de 2001 - Sigilo Bancário
- Lei Complementar 116 de 2003 - ISS
- Lei Complementar 123/2006 - Super Simples
- Lei Complementar 128/2008 - MEI (Microempreendedor Individual)
- Lei Complementar 87 de 1996 - Imposto dos Estados e do Distrito Federal sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, e dá outras providências. (LEI KANDIR)
- Lei da Super-Receita
- Lei do Estágio
- Lei nº 12.741 de 2012 - Informação sobre valor dos tributos na nota fiscal
- Lei Nº 13.129, de 26 maio de 2015 - Altera a Lei no 9.307, de 23 de setembro de 1996, e a Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, para ampliar o âmbito de aplicação da arbitragem e dispor sobre a escolha dos árbitros quando as partes recorrem a órgão arbitral, a interrupção da prescrição pela instituição da arbitragem, a concessão de tutelas cautelares e de urgência nos casos de arbitragem, a carta arbitral e a sentença arbitral, e revoga dispositivos da Lei no 9.307, de 23 de setembro de 1996.
- NBC CTA 21 - Dispõe sobre orientação para emissão de relatório do auditor independente sobre as Demonstrações Contábeis Consolidadas do Conglomerado Prudencial das instituições financeiras e demais instituições autorizadas
- NBC P 1 - Normas Profissionais de Auditor Independente
- NBC P 2 - NORMAS PROFISSIONAIS DO PERITO
- NBC P 3 Normas Profissionais do Auditor Interno
- NBC P 5 - Exame de Qualificação Técnica
- NBC T 1 Características da Informação Contábil
- NBC T 11.17 - Carta de Responsabilidade da Administração
- NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL
- NBC T 2.1 Das formalidades da escrituração contábil
- NBC T 2.2 Da documentação contábil
- NBC T 2.4 Da retificação de lançamentos
- NBC T 2.5 Das contas de compensação
- NBC T 2.6 Da escrituração contábil das filiais
- NBC T 2.7 Do balancete
- NBC T 3 Conceito Conteúdo Estrutura Demonstrações Contábeis
- NBC T 3.7 - Demonstração do Valor Adicionado.
- NBC T 3.8 - Demonstração dos Fluxos de Caixa
- NBC T 7 conversão moeda estrangeira Demonstrações Contábeis
- NBC T 8 Demonstrações Contábeis Consolidadas
- NBCT 2.8 Formalidades Escrituração Contábil Forma Eletrônica
- Pesquisa a Resoluções, Ementas e Normas do CFC
- Portal de pesquisa de leis - Camara Federal
- Portal de pesquisa de leis - Senado Federal
- Princípios Contábeis
- Pronunciamentos (CPC)
- Regulamento Aduaneiro
- Resolução (BC) 1.524 de 1998 - FACULTA AOS BANCOS COMERCIAIS, BANCOS DE INVESTIMENTO, BANCOS DE DESENVOLVIMENTO, SOCIEDADES DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO A ORGANIZACAO OPCIONAL EM UMA UNICA INSTITUICAO FINANCEIRA, COM PERSONALIDADE JURIDICA PROPRIA, ATRAVES DE PROCESSOS DE FUSAO, INCORPORACAO, CISAO, TRANSFORMACAO OU CONSTITUICAO DIRETA, COM AUTORIZACAO PREVIA DO BANCO CENTRAL.
- Resolução (BC) 2.099 de 1994 - Aprova Regulamentos que dispõem sobre as condições relativamente ao acesso ao Sistema Financeiro Nacional, aos valores mínimos de capital e patrimônio líquido ajustado, à instalação de dependências e à obrigatoriedade da manutenção de patrimônio líquido ajustado em valor compatível com o grau de risco das operações ativas das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central
- Resolução (BC) 2.606 de 1999 - Estabelece limite para o total de exposição em ouro e em ativos e passivos referenciados em variação cambial, em bases consolidadas, para as instituições financeiras, demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e suas controladas diretas e indiretas.
- Resolução (BC) 2.692 de 2000 - Estabelece critério para apuração do Patrimônio Líquido Exigido (PLE) para cobertura do risco decorrente da exposição das operações registradas nos demonstrativos contábeis à variação das taxas de juros praticadas no mercado
- Resolução (BC) 2.804 de 2000 - Dispõe sobre controles do risco de liquidez nas instituições financeiras
- Resolução (BC) 3.380 de 2006 - Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional.
- Resolução (BC) 3.400 de 2006 - Dispõe sobre o valor máximo da garantia proporcionada pelo Fundo Garantidor de Créditos - FGC
- Resolução (BC) 3.464 de 2007 - Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco de mercado.
- Resolução (BC) 3.721 de 2009 - Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco de crédito.
- Resolução CFC Nº 1.445/13 - Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelos profissionais e Organizações Contábeis, quando no exercício de suas funções (presente Resolução tem por objetivo estabelecer normas gerais de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, que sujeita ao seu cumprimento os profissionais e Organizações Contábeis que prestem, mesmo que eventualmente, serviços de assessoria, consultoria, contadoria, auditoria, aconselhamento ou assistência, de qualquer natureza)
- Resolução CFC Nº 1022/05 - Contingências
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