Na América do Sul, país fica atrás do Chile e da Argentina.
País decepciona em itens como 'segurança pessoal' e 'respeito a mulheres'
País decepciona em itens como 'segurança pessoal' e 'respeito a mulheres'
Top 10 do Ranking Global de Progressão Social
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País
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Índice
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1º Suécia
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64,81
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2º Reino Unido
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63,41
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3º Suíça
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63,28
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4º Canadá
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62,63
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5º Alemanha
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62,47
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6º Estados Unidos
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61,56
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7º Austrália
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61,26
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8º Japão
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61,01
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9º França
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60,70
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10º Espanha
|
60,43
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O Brasil, por exemplo, apesar de ter ficado no 18º lugar na lista, é apontado como a 7º maior economia do mundo. "O Brasil gasta bastante [em ações para melhorar o progesso social] e está abaixo de países que gastam menos. Às vezes, isso significa que os gastos podem não estar dando os melhores resultados que poderiam", disse.
Brasil decepciona em segurança
Brasil decepciona em segurança
Para a medição, foram analisados dados de 52 fontes, agrupadas em três categorias principais, que são: necessidades humanas básicas, onde o Brasil ficou na 30ª posição, fundamentos de bem estar, na qual o país ocupou o 20ª lugar e oportunidades, cuja posição foi a 16ª.
Dentro de cada um desses tópicos, há subitens. Em oportunidades, um dos quesitos que puxou o Brasil para cima é o “tolerância e respeito”, onde o país ocupa a segunda posição. Ainda dentro do mesmo tópico, de oportunidades, no subitem “igualdade de oportunidades para minorias étnicas”, o Brasil aparece em primeiro lugar.
Na outra ponta, o Brasil foi muito mal em segurança pessoal, que está no tópico necessidades humanas básicas”. Nesse quesito, ficou em 46ª posição e, no quesito “taxa de homicídios”, ficou na 47ª.
Em relação ao item “mulheres tratadas com respeito”, que fica dentro do tópico oportunidades, o Brasil também ficou muito mal ocupando o 43º lugar.
De acordo com o especialista, a intenção é que os dados sirvam de parâmetros para os governos pensarem em suas políticas públicas.
O Brasil, por exemplo, está na 30º posição no item necessidades humanas básicas, em 33º en acesso ao ensino superior e em 31º em qualidade da saúde.
De acordo com Porter, para a edição inicial da pesquisa foram levados em conta 50 países que tinham dados compatíveis que pudessem ser cruzados. A intenção é fazer a edição do ano que vem com 100 países.
Fonte: G1