Apresentação

Caros leitores, esse blog foi criado com intuito de compartilhar informações sobre: Contabilidade, Gestão financeira, Auditoria, Economia, Controladoria, Empreendedorismo e Análise de Dados
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Artigo: PREÇO DE TRANSFERÊNCIA NAS OPERAÇÕES COM ATIVOS INTANGÍVEIS _ UMA ANÁLISE DO MODELO BRASILEIRO

                                            
As transações internacionais entre partes relacionadas devem ser fruto de uma criteriosa análise, eis que se tratam de operações sujeitas a controle denominado “preço de transferência”. Em que pese o nível de detalhamento das disposições legais existentes no Brasil, acerca dos métodos de determinação do preço de transferência, a questão afigura-se controversa em relação às operações realizadas entre partes relacionadas, cujo objeto seja a transferência de ativos intangíveis. Conforme o CPC 04, ativo intangível é um ativo não monetário identificável sem substância física. Não obstante a identidade estrutural da definição de ativos intangíveis, a determinação do valor de tais ativos é tema de grande discussão, não só no Brasil, mas em todos os países do mundo, sendo evidente a extrema dificuldade de se definir mecanismos e fórmulas uniformes de precificação dos bens incorpóreos classificados sob essa rubrica. Para tanto, se propõe neste estudo, inicialmente, uma análise comparativa, do modelo brasileiro, com o modelo constante do amplo relatório da OCDE (Transfer Pricing Guidelines for Multinational Enterprises and Tax Administrations) com enfoque nos métodos aplicados às operações com intangíveis. Analisados os distanciamentos e aproximações do modelo brasileiro em relação ao modelo da OCDE, bem como, a (in)adequação do método pátrio para cálculo do preço parâmetro, o trabalho tem como objetivo, realizar uma pesquisa por meio de levantamento (survey), com a finalidade de demonstrar como as principais empresas brasileiras calculam o preço de transferência nas operações realizadas com suas partes vinculadas, envolvendo ativos intangíveis. O resultado aponta os métodos utilizados pelos principais segmentos da atividade econômica brasileira para cálculo do preço de transferência com ativos intangíveis.
 
Autor:
Antonio Lopo Martinez, Bruno Oliveira Cardoso
 
Veja:

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Banco do Brasil diz que BC autoriza lançar R$3,2 bi no balanço por parceria com Cielo

       Photo
 
 
O Banco do Brasil informou nesta sexta-feira que o Banco Central autorizou o reconhecimento dos ativos intangíveis originados da parceria com a empresa de meios de pagamento Cielo para gestão de transações oriundas das operações de cartões de crédito e débito.
Com o aval, o BB disse ficar ratificada estimativa de impacto financeiro de 3,2 bilhões de reais no seu lucro líquido, conforme havia projetado em meados de novembro.
O banco já havia recebido aprovação do BC para a joint venture com a Cielo, mas com a ressalva de que não houvesse impacto nas suas demonstrações contábeis do reconhecimento de ativos intangíveis, nem tampouco efeitos no seu patrimônio contábil ou prudencial.
Uma fonte a par do assunto disse à Reuters no início do mês que o BB tentaria convencer o BC a aprovar o negócio sem restrição e que o valor de 3,2 bilhões poderia ser lançado no balanço da instituição no primeiro trimestre deste ano.
Quando divulgou o acordo com a Cielo no ano passado, o BB disse que a joint venture iria gerir negócios de cartões do banco, também tendo como objetivo realizar associações com outros parceiros para aproveitar oportunidades em nichos de mercado.
A Cielo informou à época que aportaria 8,1 bilhões de reais para ficar com 70 por cento da nova companhia, avaliada em 11,6 bilhões de reais.
 
APROVAÇÃO
Em fato relevante ao mercado, o BB também afirmou nesta sexta-feira que a autorização do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para o negócio foi dada, após transcorrido o prazo de 15 dias do aval da Superintendência Geral do órgão, durante o qual poderia haver interposição de recursos.
"Com isso, mais uma condição precedente para conclusão da associação foi cumprida", disse a Cielo em comunicado à parte, lembrando que o fechamento da transação ainda depende de outros passos.
Maior alta do Ibovespa, o papel da Cielo reagia positivamente às notícias e subia 4,33 por cento às 10h44, com a ação do Banco do Brasil ganhando 1,6 por cento. O principal índice da bolsa tinha variação positiva de 0,43 por cento no mesmo momento.
(Por Marcela Ayres)
 
 
Fonte: Reuters Brasil


 

domingo, 3 de agosto de 2014

Artigo: ANÁLISE DA CONFORMIDADE DAS INFORMAÇÕES DIVULGADAS SOBRE ATIVOS INTANGÍVEIS EM EMPRESAS LISTADAS NA BM&FBOVESPA

                         Ativos Intangíveis
O estudo objetivou analisar o grau de conformidade das informações divulgadas sobre ativos intangíveis em empresas da BM&FBovespa, por meio de um índice de evidenciação elaborado com base no CPC 04. Para tal, realizou-se pesquisa descritiva, documental e quantitativa, com consulta ao Balanço Patrimonial, notas explicativas e relatórios de administração disponíveis no site da BM&FBovepa e websites das organizações. A amostra compreendeu 260 empresas de seis setores econômicos da BM&FBovespa com maiores e menores representatividades de ativos intangíveis no ano de 2009. Os resultados permitiram verificar uma boa representatividade dos ativos intangíveis que, em média, equivaliam a 17% do ativo total e 34% dos ativos fixos. Destacaram-se os softwares, ágio, contratos de concessão e marcas e patentes, sinalizando que, estes, eram os intangíveis mais recorrentes nas empresas brasileiras. Em relação à evidenciação, os resultados revelaram um índice médio de conformidade de 75%. Os índices demonstraram-se superiores nos setores de utilidade pública, construção e transporte e tecnologia da informação, que são aqueles com maiores proporções de intangíveis.
 
Autores:
Geovanne Dias de Moura,
Patrícia Siqueira Varela
 
Veja:

 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Artigo: O valor financeiro do capital humano e o desafio de retê-lo nas empresas

                                                  

Determinar o valor de empresas baseadas em capital humano é desafio recorrente em uma economia que vem crescendo baseada em conhecimento e serviços. Tais empresas são também dependentes, em especial em determinadas fases de seu desenvolvimento, da contribuição de pessoas-chave para a geração de valor.  Com base no caso de uma empresa de projetos de engenharia (Empresa), este artigo detalha uma metodologia que pode ser replicada para determinar o valor de outras empresas do setor de Serviços. O trabalho também propõe uma metodologia financeira para amparar a decisão quanto a dividir ou não tal valor – e como – entre as pessoas-chave da Empresa, remunerando-as de forma coerente com a importância de suas contribuições. Finalmente, o artigo alerta para as dificuldades deste processo e para as variáveis que devem ser monitoradas pela Empresa para atingir seus objetivos de crescer em valor e reter seus talentos.
 
Autores:
Marta Corrêa Dalbem
Carlos de Lamare Bastian Pinto
Alexandre Mattos de Andrade
 
Veja:

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Artigo: Classificando os custos da sustentabilidade_uma proposta de classificação para uma empresa do ramo de pesquisa agropecuária e extensão rural

                            

Este estudo tem por objetivo propor parâmetros de classificação de custos da sustentabilidade para uma empresa de pesquisa agropecuária e extensão rural. Para atender a este objetivo têm se os seguintes objetivos específicos: identificar o nível de sustentabilidade ambiental da empresa, propor um plano resumido de gestão ambiental, apresentar classificação de custos para a empresa estudada. A metodologia quanto aos objetivos trata-se de descritiva e exploratória, onde utiliza-se de um estudo de caso para propor classificação de custos da sustentabilidade para uma empresa de pesquisa agropecuária. Os resultados revelaram uma Sustentabilidade Global de 16,07% o que significa que está em nível “Deficitário”, verificando-se como oportunidades aprimorar indicadores de aspecto com saúde do trabalhador, integrar dados sobre impacto com tecnologia, avaliar a contribuição da tecnologia para conservação ambiental, evidenciar os benefícios econômicos da região. Os custos relacionados com esses benefícios propostos foram classificados como: Custos com energia, água e outros materiais que se transformam em resíduos e emissões; Custos de prevenção e outros custos de gestão da sustentabilidade; Custos com controle de emissões e resíduos; Custos com pesquisa e desenvolvimento e Custos intangíveis.

Autores:
Alessandra Rodrigues Machado de Araujo
Fabricia Silva da Rosa
Elisete Dahmer Pfitscher

Veja:
http://www.custoseagronegocioonline.com.br/numero3v9/sustentavel.pdf

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Valor da marca: a importância da avaliação do intangível

             
Poucos empresários sabem realmente quanto vale a sua empresa e consequentemente, o valor de mercado e sua parte na sociedade. Por conta disso o principal questionamento numa situação de venda de controle acionário, fusão, cisão ou incorporação é a pergunta: quanto vale a empresa, quanto vale a minha parte na sociedade e como faço para calcular o valor da venda?

No processo de compra ou venda muitas vezes o valor da negociação acaba ocorrendo com base no valor dos bens patrimoniais. Muitas empresas brasileiras são vendidas por preços inferiores porque nunca fizeram uma avaliação econômica incluindo os bens intangíveis, entre eles a marca, que é sem dúvida o maior peso dessa equação.

Vamos tomar como exemplo a Apple, considerada a marca mais valiosa do mundo em 2012, para entender o quanto é importante o valor da imagem no processo de determinação do valor da empresa: US$ 185 bilhões. A marca Apple vale simplesmente 12 vezes o valor dos seus ativos tangíveis (imobilizado líquido): US$ 15,4 bilhões. Vale 56,5% mais do que o valor do seu patrimônio líquido: US$ 118,2 bilhões.

De uma forma bem simplista o valor da empresa é a soma de dois fatores: 1) potencial de gerar riqueza nos próximos anos (mínimo de 5 anos, dependendo do seguimento e da expectativa de retorno de capital) e 2) situação patrimonial.

O potencial de gerar riqueza ou lucro é considerado tecnicamente como o valor da marca. O preço é projetado a partir de uma expectativa de receitas e despesas, por isso necessita ser ajustado ao momento presente. A marca é um ativo intangível, que é maior do que o valor dos ativos tangíveis (prédios, máquinas, equipamentos, etc.).

A situação patrimonial é quantificável em termos reais. Ou seja, é tudo que a empresa possui como patrimônio, mais os direitos a receber, menos tudo o que tem a pagar – incluindo fornecedores, bancos, impostos, funcionários, passivos trabalhistas e passivos ocultos.

Saber o valor da marca vai muito além de descobrir o valor da participação societária. No mundo “comoditizado”, em curto prazo as ideias são copiadas. Por isso, há um excesso de oferta de produtos e serviços similares. Os produtos e serviços podem ser copiados, mas existe uma coisa que não pode ser copiada: a sua marca.

Nas palavras de Stephen King: “O produto é algo que é feito na fábrica. A marca é algo que é comprado pelo consumidor. O produto pode ser copiado pelo concorrente. A marca é única. O produto pode ficar ultrapassado. A marca bem-sucedida é eterna.”

Só existe uma forma para fugir da guerra por preços baixos e conquistar mercado oferecendo produtos similares aos que inundam as prateleiras. O jeito é fazer com que os consumidores valorizem o seu produto em detrimento ao dos concorrentes. Em outras palavras, aumentar o valor percebido da marca. Para entender esta lógica, basta ver o preço dos produtos de grife.

O grande desafio dos gestores hoje é aumentar o valor agregado dos seus produtos ou serviços. Fazendo com que dessa forma a marca seja potencialmente escolhida na hora da decisão de uma compra. Ter uma imagem com maior valor agregado – além de ser uma vantagem competitiva significa potencial de gerar maiores lucros.

Para aumentar o valor da marca no mercado as empresas investem maciçamente em comunicação e marketing, o problema é como justificar os enormes investimentos realizados e mensurar os resultados. Após o investimento, é necessário medir quanto a marca foi valorizada e para isso é preciso realizar um laudo de avaliação baseado em critérios técnicos justificáveis realizados periodicamente.

Muitos processos de fusão, aquisição e incorporação de empresas são realizados devido à atratividade das marcas. Um bom exemplo é o grupo Três Corações, que é o resultado da fusão entre a Santa Clara Alimentos e Café Três Corações. Em 2005, a Santa Clara incorporou a Três Corações e iniciou uma nova trajetória empresarial. A nova marca ajudou o grupo a assumir a liderança com mais de 20% de participação no mercado de pó de café.

Sem a avaliação da marca o valor negociado pode estar muito abaixo ou acima do valor real e causar grandes prejuízos para o vendedor ou para o comprador. Para a compradora é fundamental saber o valor da marca que está adquirindo, o seu potencial de gerar riquezas e lucros. A vendedora necessita avaliar corretamente o valor da sua empresa somando os valores dos bens tangíveis com os intangíveis para poder fazer uma negociação justa. Imagina a Apple sendo vendida pelo valor contabilizado do seu imobilizado...

(Orlando Oda, administrador de empresas; mestrado em Administração financeira pela FGV; presidente do Grupo AfixCode)
 
Fonte: DM

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Conhecimento e Conteúdo Memético

                                  Shutterstock
Na Era do Conhecimento Digital as idéias podem propagar-se praticamente sem limites e sem custos. Em outras palavras, as idéias são a commodity definitiva da abundância, que se propagam a custo marginal zero, enriquecendo tudo o que tocam. Nesta nova dinâmica do que representa riqueza e valor, a capacidade de disseminação do conhecimento é a principal alavanca de seu valor.

Na Era do Conhecimento Digital as idéias podem propagar-se praticamente sem limites e sem custos. Em outras palavras, as idéias são a commodity definitiva da abundância, que se propagam a custo marginal zero, enriquecendo tudo o que tocam. Nesta nova dinâmica do que representa riqueza e valor, a capacidade de disseminação do conhecimento é a principal alavanca de seu valor.
O termo utilizado para denominar as estruturas de informação com alta capacidade de auto-propagação é “Meme” e Memética, a ciência que os estuda. Os Memes podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma. Exemplos de Memes vão desde refrões e slogans publicitários até poemas épicos.
Porém, os Memes, em sua grande maioria, são formados por fragmentos de informação, com relativamente pouca profundidade ou detalhamento. Memes precisam de estruturas simples, flexibilidade e fluidez para serem compreendidos instantaneamente, ganharem credibilidade e reputação irrestrita e se disseminarem exponencialmente. Qualquer semelhança com o comportamento de corpos viróticos unicelulares não é mera coincidência. Memes são os vírus informacionais, cuja única intenção é se propagar rápida e indefinidamente.
O conceito de Meme não é novo (seu surgimento data de 1976 ao ser cunhado por Richard Dawkins, autor do best-seller O Gene Egoísta), mas sua aplicação ganha cada vez mais atenção a partir da evolução das TICs e dos ambientes informacionais colaborativos. Na Web, o conceito de Meme (e da disseminação otimizada de informação e conhecimento) deixa o campo conceitual e é colocado em prática. A essência do Twitter é “memica”: usuários ganham relevância e exposição conforme seus twitts (Memes!) são replicados (retwitts) pelos demais usuários para suas próprias redes. Dessa forma, não seria absurdo assumir que uma única mensagem de até 140 caracteres possa atingir instantaneamente todos os usuários do Twitter (e da Web): basta que ela seja disponibilizada nos hubs sociais centrais para ser cascateada e capilarizada até a última milha.
Apesar de estar “no hype” o meme aponta um paradoxo importante para a Era do Conhecimento. Privilegia-se o formato e a simplicidade da informação em detrimento de sua explicação, detalhamento, aprofundamento, apresentação dos processos de construção, premissas, etc.
O meme é síntese, raciocínio fechado, perfeito, redondo. É consequência sem causa. Conclusão sem argumentação. Pouco colaborativo, com baixa capacitação e instrumentalização do receptor. Potencialmente alienante e comodista. Ainda mais em uma época onde credibilidade e reputação se constroem sobre credibilidade e reputação, sem necessariamente contar com pilares sólidos na base (a recente crise financeira global – global! – está aí para atestar). No mundo informacional-digital, o Meme reina absoluto, mas traz consigo o risco (sistêmico!) da banalização do conhecimento, pois trata das partes, ao invés de tratar do todo, do contexto amplo, do arcabouço de conhecimento completo.
A solução desta ambigüidade passa necessariamente pela ampliação e potencialização do conceito de Meme, ao tratar os formatos de super-estruturas e arquiteturas de conhecimento e conteúdo, ao invés de apenas fragmentos de conhecimentos ou informações. Assim, o desafio passa por estruturar grandes quantidades de informação e conteúdo em uma arquitetura de elementos que sejam, ao mesmo tempo, tecnicamente condizentes com os parâmetros de construção de conhecimento – seja ele científico, acadêmico, mercadológico, ou de qualquer outra natureza – e alinhados aos processos de disseminação de conhecimento, experiência, interatividade e aprendizado, que permitem dar sustentação ao processo contínuo e de alta escala de transferência de conhecimento.
Trazendo uma das características centrais dos Ativos Intangíveis – a de que o AI só possui valor se for percebido como tal pelo observador externo – o Conhecimento, por maior que seja o valor intrínseco que possua, só terá tal valor reconhecido, quanto mais memeticamente ampla (e voltada à disseminação) for sua formatação: o sucesso, credibilidade e reputação de determinado conhecimento depende disso.
Em termos práticos, estruturar conhecimento, informação, conteúdo, etc passa por adotar ambientes, funcionalidades, abordagens, canais, dinâmicas e toda e qualquer sorte de formatos para criar uma experiência de transferência de conhecimento que seja única e essencial para a formação do repertório e know-how do receptor. E tais formatos e elementos hão de ser digitais, multicanais, multiambientes, co-construtivos e colaborativos.
Agregar e integrar formatos de texto, imagem, áudio e vídeo são essenciais para uma arquitetura de conhecimento otimizada, mas não suficientes. Acionar a alavanca de valor do conhecimento exige a adoção de dispositivos de seqüenciamento, encadeamento, correlação, contextualização, cognição e endosso que permitam ao usuário (de forma ativa ou passiva) vivenciar plenamente a amplitude de determinado conhecimento. Como um filme, os novos formatos devem, ao mesmo tempo, abordar toda a complexidade relacionada e propor um desfecho facilmente assimilável.
Na perpetuidade deste cenário, para a tristeza de nossos antepassados e descendentes, os livros e aulas magnas, como os conhecemos, estarão fadados a deixar de serem os veículos-símbolos do conhecimento. Nas próximas décadas, a transferência estará mais para a instantaneidade do modelo Matrix, do que para as didáticas tradicionais.
 
Daniel Domeneghetti
 
Daniel Domeneghetti, especialista em estratégia corporativa, top management consulting, gestão de ativos intangíveis e valor sustentável é sócio do Grupo ECC e CEO da DOM Strategy Partners, boutique de consultoria 100% nacional especializada em estratégia corporativa e gestão de ativos intangíveis, responsável, dentre outras, pela formulação e modelagem da Metodologia IAM (Intangible Assets Management), pelo PIB (Programa Intangíveis Brasil), pelo Reputation Index e pelos principais cases de gestão de ativos intangíveis para as 1000 maiores empresas do país. Também é sócio-fundador da E-Consulting Corp., empresa líder em consultoria para Web, TI, Mídia, Telecom e Contact Center, da K4B, primeira empresa de KPO do Brasil, atual presidente do Instituto Titãs do Conhecimento e co-manager da empresa de investimentos InVentures Participações. Co-autor do livro "Ativos Intangíveis, o Real Valor das Empresas" (4ª. Ed), pela Editora Campus Elsevier, é palestrante e articulista internacional.
 
Fonte: Administradores

terça-feira, 17 de abril de 2012

Os ativos intangíveis sob a ótica das normas internacionais de Contabilidade

                  

Na nova legislação contábil percebe-se a presença dos ativos intangíveis, mas ela não se refere aos ativos do conhecimento e, sim, aos ativos que são objetivamente e diretamente mensuráveis em termos de valor

Por João Paulo Cavalcante Lima

 
Antes da atualização da Lei 6.404/1976 (Lei das Sociedades Anônimas) pelas leis 11.638/2007 e 11.941/2009 não se reconhecia nenhum tipo de ativo intangível no balanço patrimonial das empresas brasileiras. Assim sendo, a atualização da referida lei foi um avanço para contabilidade brasileira em relação ao tratamento dos ativos intangíveis.
Outro grande passo que foi dado em relação ao reconhecimento e evidenciação dos ativos intangíveis foi à publicação do CPC 04 – Ativo Intangível que possui correlação com as Normas Internacionais de Contabilidade, especificamente com a International Accounting Standards 38 (IAS 38).
A IAS 38 define ativo intangível como um ativo não monetário identificável e sem substância física. A definição de ativo pela norma é a mesma da estrutura conceitual, uma vez que um ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual são esperados benefícios futuros para a entidade.
Os principais pontos tratados pela IAS 38 envolvem questões relacionadas à natureza e reconhecimento dos ativos intangíveis, à mensuração dos custos e à contabilização da amortização e das perdas por impairment de tais ativos.
A IAS 38 é aplicável a gastos com publicidade, treinamento, pré-operacionais, pesquisa e desenvolvimento, patentes, licenças, filmes cinematográficos, software, conhecimento técnico, franquias, fidelidade de clientes, participação no mercado, lista de clientes e itens similares.
Quando existirem dúvidas se determinado ativo intangível deve ser tratado pela IAS 38 ou por outra norma em função de esse ativo estar contido em elementos tangíveis (por exemplo, um software de um computador, contratos de licença e filmes), a entidade deve usar de julgamentos para avaliar qual é mais significativo. No caso, por exemplo, de um software, a entidade deve tratar o item todo como um imobilizado e seguir a IAS 16 (Imobilizado). Por outro lado, softwares instalados em um computador, como um programa para geração de relatórios ou um programa antivírus, que não são essenciais para o funcionamento do computador, devem ser tratados como um ativo intangível de acordo com a IAS 38.
Um item pode ser reconhecido como ativo intangível se ele satisfizer as condições estabelecidas na definição de tal ativo (ser um item não monetário sem substância física, separável, controlável e que gere benefícios econômicos) e se, adicionalmente, ele atende aos seguintes critérios de reconhecimento:
a) probabilidade de que os benefícios econômicos futuros atribuíveis ao ativo fluirão para a entidade; e
b) mensuração confiável dos custos do ativo.
Um ativo intangível adquirido separadamente (ou seja, não por meio de uma combinação de negócios) deve ser mensurado inicialmente ao custo. Esse custo compreende:
a) seu preço de compra, incluindo impostos de importação e impostos não recuperáveis, após deduzidos os descontos comerciais e os abatimentos; e
b) qualquer custo atribuível diretamente à preparação do ativo para uso (por exemplo, custos de benefícios de empregados, honorários profissionais e custos com testes).
Gastos que não fazem parte do custo de um ativo intangível são, por exemplo:
  • custos de lançamentos de novos produtos ou serviços, como os de propaganda e de atividades promocionais;
  • custos de conduzir os negócios em outro local ou para outra categoria de clientes, incluindo os custos de treinamentos do pessoal envolvido nesses processos;
  • despesas administrativas e outros custos indiretos;
  • custos incorridos quando o ativo já está nas condições planejadas pela entidade, mas está aguardando pelo uso;
  • perdas operacionais iniciais, tais como aquelas incorridas enquanto a demanda para os produtos do ativo está aumentando gradualmente.
Se o pagamento por um ativo intangível excede os prazos normais de crédito, o custo do ativo é seu preço a vista. A diferença entre os dois montantes (a vista e a prazo) deve ser reconhecido como despesa de juros ao longo do prazo do financiamento. Exceção a esse tratamento ocorre quando os juros são capitalizados como parte do ativo intangível porque este atende o critério de ativo qualificado (que leva um período substancial de tempo para ficar pronto) de acordo com a IAS 23 – Custos de Empréstimos.
O custo de um ativo intangível adquirido em uma combinação de negócios, de acordo com a International Financial Reporting Standards 3 (IFRS 3), corresponde ao valor justo na data de aquisição. Esse valor justo deve refletir as expectativas da entidade quanto às entradas de benefícios econômicos futuros, mesmo que haja incertezas sobre o momento dessas entradas. Assim, o critério de probabilidade de entrada de benefícios econômicos na entidade originada de ativos intangíveis é sempre considerado atendido em uma combinação de negócios.
Nas combinações de negócios, os ativos intangíveis da adquirida devem ser reconhecidos separadamente do goodwill, mesmo que tais ativos não tenham sido reconhecidos por aquela entidade.
O goodwill adquirido em uma combinação de negócios e, portanto reconhecido como tal representa os benefícios econômicos que surgem dos outros ativos adquiridos na combinação, que são incorporados ao goodwill por não serem nem individualmente identificados nem separadamente reconhecidos.
A IAS 38 proíbe explicitamente o reconhecimento de goodwill gerado internamente como ativo, pois não é separável e tampouco decorre de direitos legais e, como tal, não constitui recurso identificável controlado pela entidade que possa ser mensurado com segurança.
Alguns argumentam que o goodwill representa a diferença entre o valor de mercado de uma entidade e os valores contábeis de seus ativos líquidos (Patrimônio Líquido). Na verdade, essa diferença capta uma série de fatores que afetam o valor da entidade, mas ela não pode ser reconhecida como goodwill, pois ela não reflete os custos incorridos para gerar tal ativo.
É de se ressaltar que na nova legislação contábil percebe-se a presença dos ativos intangíveis, mas ela não se refere aos ativos do conhecimento e, sim, aos ativos que são objetivamente e diretamente mensuráveis em termos de valor, como, por exemplo, o valor da marca, que somente aparece no balanço, em caso de aquisição de terceiros, pois somente assim se tem o valor da transação como parâmetro de avaliação. De fato, o advento da Lei 11.638/07 aliada ao CPC – 04 – Ativos Intangíveis, embora possa ser considerado um avanço em termos de contabilização dos ativos intangíveis, ainda não contempla a grande parte dos elementos dos ativos intangíveis do conhecimento.
Enfim, pode-se dizer que a Contabilidade Financeira continua não propiciando as condições para se gerenciar os ativos intangíveis, pois se baseia no princípio da transação, ou seja, contabiliza somente aquilo que tenha passado por uma transação, comprado, vendido. Mas o fato é que os ativos intangíveis são aqueles que também agregam valor e podem nunca terem sido adquiridos, como é o caso da marca própria e dos elementos que caracterizam o Capital Intelectual. Diante dessa situação, todos os esforços nesse sentido devem ser dirigidos para a Contabilidade Gerencial.
Referências
ERNST & YOUNG E FIPECAFI. Manual de Normas Internacionais de Contabilidade: IFRS Versus Normas Brasileiras. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
LEMES, Sirlei; CARVALHO, L. Nelson. Contabilidade Internacional para Graduação. São Paulo: Atlas, 2010.


João Paulo Cavalcante Lima é Técnico em Contabilidade e Administração pela ETEC (Centro Paula Souza) Prof. Horácio Augusto da Silveira (2001). Graduado em Ciências Contábeis (2005) e Mestre em Controladoria Empresarial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2010). Atualmente atua como Consultor de Finanças no SEBRAE-SP e também, como coordenador dos cursos de pós graduação na área de negócios na Central de Cursos da Universidade Gama Filho. Também, é professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie e na Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL) nos cursos de Graduação e Pós-Graduação. Na UNICSUL também, é membro do NEAD (Núcleo de Educação a Distância) atuando como professor conteudista e tutor. Possui experiência profissional em indústrias nacionais e multinacionais, na área financeira: Contabilidade, Controladoria e Planejamento Financeiro. Também, faz parte do Núcleo de Estudos em Controladoria (NECO) do Mackenzie, desenvolvendo pesquisas, atuando principalmente nos seguintes temas: capital intelectual, ativos intangíveis, controladoria, avaliação do desempenho gerencial e Sistemas de Informações Contábeis (SIC) para gestão e evidenciação da informação que gera valor aos stakeholders (Governança Corporativa).


Fonte: Administradores

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Qual o maior bem da empresa ?


É comum o questionamento sobre qual o bem mais valioso da empresa: tecnologia, colaboradores (funcionários), marca, capital ...
Somente alguns, digamos assim mais antigos (como eu), insere os contratos na lista.
Quando dizemos isso vemos o horror estampado no olhar da maioria das pessoas que ainda não entenderam a essência desta afirmação.
Vamos falar sobre fatos para discutir o assunto – nada de opiniões.Nas últimas décadas, e principalmente no estado de desenvolvimento em que o Brasil se inseriu, não se pode questionar que a formalidade passou a ser a tônica dos negócios:
Uma empresa, mesmo a mais simples, inicia com um contrato: o contrato social. Tão exigido quanto à análise de crédito quando se deseja estabelecer uma relação comercial entre duas empresas;
Cada funcionário tem um contrato de trabalho. Apesar da teoria querer mascarar a realidade, em São Paulo por exemplo, os maiores salários costumam ter 2 contratos: o CLT e o PJ que complementa o que chamamos de CLT-Flex;
Para existir a empresa necessita estar em um local físico: contratos de aquisição, locação, condomínio e utilidades como água, energia, telefonia, etc.;
Empresas, virtuais ou não, tem contratos para hosting, e_mail, e_mail marketing, telefonia IP, e outros relacionados à ‘vida em Matrix’;
Para conforto dos colaboradores (e clientes) os contratos de manutenção do ar condicionado, limpeza, segurança, e outros serviços gerais;
Contratos de tecnologia se multiplicam: sistema, sistema operacional, banco de dados, links, antivírus e mais uma infinidade. E se multiplicam por 2: o contrato de suporte e o contrato de manutenção, que são coisas diferentes;
Contratos financeiros: plano de saúde dos colaboradores, seguro de vida, seguros patrimoniais, empréstimos, aplicações financeiras, leasing ... O CFO que geralmente tem procuração para formalizar contratos, sabe que quase 1/3 dos contratos são da sua própria área;
Tudo isso sem falar da outra infinidade de contratos de prestação de serviços e insumos relacionados ao ‘core’ da empresa: comprar, modificar e vender ou prestar serviço – os da Diretoria de Operações.
Mesmo se eliminarmos os contratos de trabalho dos colaboradores da lista a regra é que a empresa tem muito mais contratos do que funcionários.
O que mudou do final do século passado para cá na essência: os homens não usam mais bigode, e boa parte dos gestores são mulheres. O velho acordo no fio do bigode é coisa do passado. Hoje vale a máxima de ‘escrever e assinar pro caldo não entornar’ e ‘escreveu e não leu o pau comeu’.
Os acordos entre as empresas eram amadores, por várias razões, sendo as mais evidentes: o mercado agora oferece mais opções, a administração familiar foi sendo extinta como modelo de gestão, as empresas tiveram muitos problemas com a informalidade e a gestão jurídica evoluiu – os direitos passaram a ser mais respeitados (e exigidos).
Micro empresas tem dezenas de contratos ... pequenas e médias: centenas ... grandes: milhares !
Prova disso é que não se inicia um processo de fusão, cisão, abertura de capital, aporte de investimento ou coisas do gênero antes de analisar a carteira de contratos da empresa (os de fornecimento e os de aquisição). O passivo trabalhista é importante, mas a projeção da realização dos contratos vem em primeiro lugar.
‘Fala sério’: você investiria um tostão em uma empresa sem aferir os contratos dela (os ativos e os recém encerrados que podem estar em litígio ou risco iminente de ) ?
O que causa certa estranheza para quem (como eu) atua no mercado de consultoria em gestão de contratos é que a maior parte das empresas não se atentou para isso – o controle de um dos seus bens mais valiosos (senão o mais valioso) é amador.
O gestor da área de negócios, que sempre declarou não ter competência para gerir adequadamente pessoas, além de não possuir técnica adequada para gerir os contratos ainda ‘odeia os contratos’. Ao contrário dos funcionários com quem se relaciona regularmente (almoça, vai junto ao happy hour), quando se fala de contratos vê-se nos olhos que ele nem sabe onde estão – nem olha para eles e só se lembra dos infelizes quando uma demanda judicial ou um problema aflora.
As empresas precisam entender que os gestores de contratos precisam de ajuda !
Para gerir pessoas o gestor da área de negócios conta com o RH e com o Jurídico:
RH para resolver formalidades, contratar, demitir, instruir sobre a melhor forma de avaliar, manter o funcionário motivado e controlar obrigações legais;
Jurídico nas demandas e formalização.
Para gerir contratos:
Necessitam do Jurídico para a mesma coisa: demandas e formalização;
E necessitam de metodologia e apoio para contratar, controlar obrigações legais, medir, se relacionar comercialmente com a outra empresa, etc. Eles não têm formação adequada para isso, porque somente cursos de direito falam de contratos – e não de gestão dos contratos.
Não aprendem na escola e se aprenderam na prática tem chance de não conhecerem melhores práticas: fazem o que aprenderam sem saber se existe forma melhor de fazer.
Se existe todo um aparato na empresa para gerir pessoas, como pode ela imaginar que sem qualquer apoio os contratos serão geridos adequadamente pelos gestores ?
Alguns conselhos básicos para cuidar do maior bem da empresa:
Reconhecer a necessidade de estabelecer padrões para gestão – que tragam transparência aos processos e possibilitem benchmark de gestão;
Separar a gestão da contratação da gestão do contrato: são coisas diferentes que quando tratadas como se fossem uma só trazem prejuízo e descontrole (riscos). Gestor de contratação geralmente não é a pessoa mais indicada para fazer a gestão;
Fazer com que os gestores entendam que técnicas amadoras ou sistemas informatizados apenas apresentam falsa idéia de que existe controle. Um sistema mal implantado ou mal parametrizado multiplica os problemas de gestão ao invés de eliminar;
Adotar um modelo para gestão do ciclo de vida completo dos contratos (evidentemente recomendo o GCVC – mas pode ser outro). Implantar gradualmente, conforme os gestores forem assimilando a técnica e os benefícios.
Eliminar completamente a gestão de contratos que não seja baseado em padrões e check-lists. A gestão não pode depender do conhecimento que está apenas na cabeça das pessoas: o próximo contrato de terceirização poderá ‘aposentar’ um funcionário que detém o controle de alguns contratos importantes.
Para preservar um bem da empresa tão importante : ‘guerra ao fio de bigode’ e ao amadorismo na gestão !

Graduado em Processamento de Dados pela Unesp, Enio Salu é sócio-diretor da Escepti Serviços Empresariais. Com longa experiência em gestão de contratos, atua como professor do tema na FIA e na Lithi Treinamentos. O executivo possui vasta experiência no mercado, tendo atuado, entre outros cargos, como CIO da Furukawa Industrial e do Hospital Sírio Libanês, além de líder de Projetos do Grupo Estado. Pós-graduado em Administração pela USP e especializações em Administração, Enio abordará, neste espaço, ferramentas e metodologia adequados para os gestores de contratos

Financial Web

quinta-feira, 27 de maio de 2010

CUSTOS INTANGÍVEIS SOB O PONTO DE VISTA ESTRATÉGICO


O sucesso e a permanência das empresas em um mercado altamente competitivo e
globalizado e a velocidade com a qual as novas tecnologias se instalam, forçam os
administradores a utilizarem novos conceitos e paradigmas que balizem o processo de gestão das companhias, como por exemplo a gestão voltada para a criação e maximização de seu valor. Isso exige uma reformulação constante de suas estratégias tendo em vista que elas são avaliadas não somente por sua parte tangível, registrada pela contabilidade tradicional, mas também pelo controle de seus custos intangíveis, aqueles que estão na esfera da estratégia, gestão do capital intelectual e gestão de ideias e pessoas e não aparecem nem nas planilhas nem no balanço e que não são diretamente percebidos em uma primeira análise organizacional. Sendo assim, pode-se dizer que o intangível, como ativo empresarial ou custo intangível, como gasto de manutenção destes ativos, deve ser visto como parte integrante e complementar do processo administrativo e industrial. Este estudo pretende, sem esgotar o tema, contextualizar os custos intangíveis e relacionar o controle desses custos como forma de estratégia empresarial utilizando como pano de fundo a Teoria Baseada em Recursos.

Veja:
http://www.crcrs.org.br/revistaeletronica/artigos/13_adriana.pdf

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Evidenciação voluntária: fatores explicativos da extensão da informação sobre recursos intangíveis

O artigo com o título "Evidenciação voluntária: fatores explicativos da extensão da informação sobre recursos intangíveis" publicado na revista contabilidade e finanças da USP (Numero 50 referente ao mês de maio/agosto de 2009) da professora Clea Beatriz Macagnan (professora Doutora da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade do Vale do Rio dos Sinos) identifica fatores que influenciam a extensão da evidenciação de informação voluntária, sobre os recursos intangíveis, de empresas listadas na Bolsa Espanhola.
Veja:
http://www.eac.fea.usp.br/cadernos/completos/50/clea-pg46a61.pdf

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

AVISO

As imagens publicadas nesse blog são capturadas nos sites de busca de imagens. O intuito é vincular as imagens com o texto postado - Isso facilita a sua compreensão. Se você se sentir incomodado com a publicação de alguma imagem feita (por você ou por sua instituição), basta solicitar que a retirada é feita imediatamente - ou se preferir adiciono os créditos conforme for solicitado. O uso das imagens neste blog não tem fins comerciais, mas meramente ilustrativo.



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