Neste trabalho, investigamos carteiras de variância mínima no mercado de ações brasileiro, utilizando diferentes modelos de estimação da matriz de covariância, desde a simples matriz de covariância amostral até modelos GARCH multivariados. Comparamos os resultados das carteiras de variância mínima com os seguintes benchmarks: (i) o índice IBOVESPA, (ii) uma carteira igualmente ponderada, (iii) uma carteira formada através da maximização da razão de Sharpe e (iv) uma carteira formada através da maximização da média geométrica dos retornos. Os resultados mostram que as carteiras de variância mínima apresentam retornos maiores e volatilidades menores do que todos os benchmarks. Também avaliamos o desempenho de carteiras de variância mínima com alavancagem, do tipo 130/30, com resultados análogos. A carteira de variância mínima concentra os investimentos em um número pequeno de ações, com βs baixos em relação ao IBOVESPA, sendo facilmente replicáveis por investidores individuais ou institucionais.
Autores:
Alexandre Rubesam,
André Lomonaco Beltrame
Veja:
http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rbfin/article/viewFile/5830/7842
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