
Soma dos conhecimentos e habilidades dos indivíduos que permitem a criação de valor econômico, o capital humano de uma nação pode representar o fator ou recurso mais importante para o desenvolvimento no longo prazo - meta global que as preocupações imediatistas em vencer a crise econômica não devem menosprezar.
O novo relatório do Fórum Econômico Mundial traz informações relevantes sobre a capacidade de aprendizado e empregabilidade ao redor do mundo. Como esperado, as sociedades mais desenvolvidas são as que ocupam os primeiros lugares nesse ranking.
O Brasil figura em posições intermediárias, e os indicadores com maior deficiência, por aqui, estão ligados à qualidade e continuidade da educação além do nível primário e à relativamente baixa disponibilidade de mão de obra qualificada. O resultado reforça, mais uma vez, que estamos diante de um desafio dos mais significativos no que tange ao padrão necessário de educação em nosso país.
Por outro lado, o Brasil apresenta performance satisfatória no tocante a educação e treinamento no trabalho. Em outro dado positivo, o país também registra uma alta diversificação de campos de atuação profissional, o que nos confere maior adaptabilidade ao rápido ritmo de modificação no escopo de trabalhos e profissões.
Como bem situa o relatório, investimento em capital humano vai além da necessidade econômica: é a base para que todos os indivíduos desfrutem ao máximo de seu potencial, visando ao aperfeiçoamento contínuo.
O relatório do Fórum Econômico Mundial está disponível na internet. Recomendo a sua consulta!
O relatório do Fórum Econômico Mundial está disponível na internet. Recomendo a sua consulta!
Ernani Pautasso Nunes Junior - Diretor de Novos Negócios da Embraco.
Fonte: RH
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