Apresentação

Caros leitores, esse blog foi criado com intuito de compartilhar informações sobre: Contabilidade, Gestão financeira, Auditoria, Economia, Controladoria e Empreendedorismo.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Artigos: Fórmula de valoração racional (RVF) e variabilidade no tempo das taxas de retornos de ativos.

                     
O relacionamento de longo prazo e o correspondente mecanismo de correção de erros no curto prazo, entre dados agregados de preço e dividendos, é estudado no presente trabalho, através dos conceitos de fórmula de valoração racional e cointegração variante no tempo, e sob o referencial da teoria das expectativas racionais e de movimentação de preços de Muth (1961), para se supor a variabilidade das taxas de retorno de ativos, testando as hipóteses nulas de mecanismos de correção de erros dos vetores de cointegração constantes no tempo e de desigualdade entre valor fundamental e preço da ação. As séries obtidas foram as disponibilizadas por Shiller (2005) e se referem aos dados agregados de preço e dividendos do mercado acionário norte-americano, no período de 1871 a 2010. Os dados foram analisados através dos modelos de cointegração de Johansen, com a utilização de variáveis restritas decorrentes da combinação das variáveis estudadas com o polinômio temporal de Chebyshev, como proposto por Bierens e Martins (2010). Os resultados indicam a rejeição da hipótese nula de constância dos vetores de cointegração e, ainda, a não rejeição da hipótese nula de desigualdade entre valor fundamental e preço da ação. Tais resultados são consistentes com os obtidos por Bierens e Martins (2010) e não consistentes com a teoria das expectativas racionais de Muth (1961). Conclui-se, portanto, que os investidores possuem diferentes expectativas de retorno para diferentes períodos futuros, que os resultados sugerem a validação do modelo utilizado e que existe a possibilidade da ocorrência de movimentos especulativos suportados pela racionalidade ou bolhas especulativas racionais.
 
Autor:
RIPAMONTI, Alexandre
 
Veja:
 

Artigo: Gerenciamento de resultados em bancos com uso de TVM: validação de modelo de dois estágios

                        
Estudos sobre gerenciamento de resultados em bancos têm se preocupado especialmente com o uso da provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) e utilizam principalmente modelos de dois estágios para a identificação da ação discricionária da administração. Outro tipo de registro que tem recebido atenção dos pesquisadores na identificação dessa prática em bancos é a classificação e a mensuração do valor justo dos títulos e valores mobiliários (TVM). Nesse caso, porém, têm prevalecido modelos de um estágio. Este estudo tem por objetivo desenvolver e validar um modelo de dois estágios para a identificação da discricionariedade nos resultados com TVM. O modelo incorpora preceitos dos poucos estudos sobre o tema, parâmetros utilizados nos modelos para identificação da PCLD discricionária em bancos, além de indicadores macroeconômicos e características específicas de composição da carteira de TVM. Os testes empíricos tiveram por base as informações dos bancos comerciais, bancos múltiplos e caixas econômicas em atuação no mercado brasileiro, entre o terceiro trimestre de 2002 e o quarto trimestre de 2010. Para a validação do modelo proposto, os seus resultados foram cotejados com os decorrentes da aplicação de um modelo de um estágio - metodologia difundida na literatura sobre o tema. Os testes realizados com os dois modelos revelam evidências da prática de alisamento de resultados com o uso de TVM, bem como a utilização da classificação em títulos disponíveis para venda nessas ações de gerenciamento. A consistência dos resultados encontrados nos dois modelos evidencia a validação do modelo proposto, contribuindo para o desenvolvimento de pesquisas sobre o tema que se preocupem não apenas em constatar se há a prática ou não do gerenciamento, mas também associá-la a outras variáveis. Neste estudo, por exemplo, foi constatado que essa prática é mais relevante nos bancos de menor porte e nos controlados por capital privado.
 
Autores:
DANTAS, José Alves;
MEDEIROS, Otávio Ribeiro de
GALDI, Fernando Caio  e 
COSTA, Fábio Moraes da
 
Veja:

terça-feira, 21 de maio de 2013

Artigo: Custos de Auditoria e Governança Corporativa

                  enterprise risk management

O serviço prestado pela auditoria independente é fundamental para uma maior transparência e confiabilidade dos relatórios financeiros das empresas de capital aberto. As possíveis ameaças à independência e qualidade das suas análises, os custos dos serviços e a relação com os mecanismos de governança corporativa são temas explorados internacionalmente. Esta pesquisa investiga o tema no ambiente brasileiro, possível a partir da Instrução CVM 480, que tornou obrigatória a divulgação dos valores dos serviços de auditoria e serviços extras contratados junto às empresas de auditoria independente. Com o objetivo de analisar a relação entre governança corporativa, custos de auditoria e de serviços extra-auditoria, foram analisadas as informações disponibilizadas por 131 empresas no primeiro semestre de 2010. As proxies de governança utilizadas foram: desvio de direitos dos cinco maiores acionistas, participação em segmentos diferenciados de governança da Bolsa de Mercadoria e Futuros & Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa), existência de comitê de auditoria e de departamento de auditoria interna. Os resultados apontam para uma relação negativa entre governança e custos de auditoria, sugerindo que, no mercado brasileiro, predomina o efeito risco. Ou seja, melhores práticas de governança reduzem os riscos (judiciais e de perda da reputação) da auditoria externa permitindo a cobrança de valores menores. A literatura internacional não é unânime quanto ao sinal, embora a maioria dos estudos apresente uma relação positiva, a favor do efeito demanda. De acordo com este efeito, melhor governança implica em maiores exigências junto ao serviço da auditoria acarretando elevação dos valores cobrados. A relação encontrada também é negativa entre os valores dos serviços extras e as boas práticas de governança. Apesar de as pesquisas não comprovarem a influência destes custos sobre a perda da independência da auditoria externa, a limitação desta prática é uma tendência entre legisladores e reguladores.
 
Autores:
 
BORTOLON, Patricia Maria;
SARLO NETO, Alfredo  e 
SANTOS, Thaís Barreto.
 
 
Veja:
 

Especialistas em finanças pessoais dão conselhos para não ter dívidas

                      
Segredo para sair do vermelho é resistir aos supérfluos fora do orçamento.
Gastos mensais devem ser calculados para não causar aborrecimentos

Os sentimentos se confundem ainda mais quando as ofertas seduzem. Para justificar a compra por impulso fora do orçamento, muita gente usa aquela frase ‘eu mereço, afinal, trabalhei tanto me esforcei’. No fim das contas, todo este merecimento se não for bem calculado pode acabar se transformando em aborrecimento.
“A dica principal é você perguntar ‘é necessidade ou desejo?’ na hora de você gastar o seu dinheiro. Depois fazer a segunda e mais importante pergunta ‘tenho ou não tenho dinheiro?’”, explica Erasmo Vieira, orientador de finanças pessoais.
Depois de um ano anotando tudo, Alessandra Gama Belo e marido conseguem reservar 10% do salário dos dois todo mês. Sempre que vai ao mercado, ela leva uma bolsinha cheia de notas para comparar preços e uma calculadora. “Eu vou somando, porque a gente perde as vezes a noção, vai colocando no carrinho. Tem um supermercado que eu vou só pra comprar amaciante, mas vale a pena porque é meu caminho", explica a professora.
Até a filha de cinco anos já conseguiu comprar uma boneca mais cara com o dinheiro do cofrinho. “Ela já tem esta consciência. Se ela junta, abre mão de algumas coisas durante um período, ao final ela pode realizar um desejo dela".
 
Fonte: G1

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Processo seletivo - Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Contabilidade - 2014‏

                     
O Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Contabilidade da Universidade de São Paulo (PPGCC/FEA/USP) iniciará seu processo seletivo para ingresso nos cursos de Mestrado e Doutorado em 2014.
Nossa primeira etapa mandatória do processo seletivo é a realização do Teste ANPAD - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, seguida pela realização das provas específicas de Contabilidade Societária e Contabilidade Gerencial, também são organizadas pela Anpad. Seguem as Informações: 
Data provável de realização: 1º de Setembro. Confirmar informação após divulgação do edital no site.
Com relação ao Teste Anpad Edição de Setembro é necessário aguardar a divulgação do Edital. Segue abaixo algumas informações já divulgadas:
  • Teste Edição de Setembro de 2013: Inscrições serão abertas em 03/07/2013 até 23/08/2013. Data de realização da prova em 15/09/2013. Aguardando divulgação do Edital.
O Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Contabilidade da Universidade de São Paulo (PPGCC/FEA/USP) oferece os cursos de Mestrado e Doutorado. É o mais antigo programa de pós-graduação em Ciências Contábeis do Brasil. Em 2013, o Programa de Mestrado completa 43 anos de atividade e o Programa de Doutorado, 35 anos. Tem a nota 6 na avaliação da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), maior nota do país, em escala que vai até 7. O programa é pioneiro na área de Contabilidade, tem presença internacional; corpo docente de referência no ensino de Contabilidade no Brasil; os cursos são totalmente gratuitos e há possibilidade de bolsas para alunos com dedicação integral; inserção no ambiente de uma Universidade de Classe Mundial, a Universidade de São Paulo.
Mais informações: Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Contabilidade – PPGCC - Telefones: (11) 3091-5920 / (11) 3091-5820 - r. 155 ou 179 E-mail: ppgcc@usp.br - Horário de atendimento: das 9 horas às 17 horas, de segunda a sexta.
 
Entre em contato pelo link http://goo.gl/4uDVW
 
 
 

A escassez da inovação

 
                                
Tem gente que acorda com o sentimento de que dormiu pouco, de que o dia de trabalho não será suficiente para realizar todas as tarefas, de que o dinheiro na conta não é suficiente, de que a saúde não é boa o bastante, de que o corpo poderia estar em melhor forma, e por aí vai... . A síndrome da escassez não se refere à falta (ausência), mas ao sentimento de que o que se tem não é suficiente.

Esta síndrome ataca também no dia a dia das empresas. Em muitos casos é possível encontrar a escassez diariamente. Faltam pessoas para compor a equipe, falta sistema, falta verba, falta incentivo, falta reconhecimento, falta... . Em alguns casos a empresa faz os investimentos necessários, e a equipe nunca acha que é o suficiente para alcançar os resultados necessários. Em outros casos, a empresa não faz o investimento necessário e estrangula os colaboradores para o alcance dos objetivos e das metas. É fundamental entender o cenário, antes de se pensar na solução.

Entender o cenário implica em compreender o ambiente interno com mais dados e fatos e menos "achismos". É preciso conhecer com exatidão quais as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças internas. Temos as ferramentas de avaliação de clima organizacional, que também são fundamentais neste contexto. A partir daí, afastando os "feelings", será possível identificar de fato o que é escassez e o que é mentalidade de escassez. Neste caso, será considerada como "situação de escassez" tudo aquilo que for fator crítico para o cumprimento dos objetivos e houver a ausência (ou insuficiência) destes fatores dentro da empresa.

Enquanto você está lendo este artigo, provavelmente algumas lembranças de escassez podem lhe ter vindo à mente. Mas será que essas lembranças são de fato sinais de escassez? A ausência de progresso de fato está vinculada a esses pontos? O quanto essas questões vêm atrapalhando a sua carreira? Como você tem tentado tratar essas questões?

Não se reage à mentalidade da escassez com a abundância. Quando deixamos a escassez de lado descobrimos a surpreendente verdade da suficiência. E aqui não estou me referindo a uma quantidade de determinada coisa, mas à real consciência do que se tem de fato. O oposto da escassez é gratidão das coisas que se tem, identificando a verdade da suficiência. Não é uma questão de conformidade, mas sim de analisar a situação de forma mais racional e menos emocional. Ao invés de ficar "travado" pela mentalidade da escassez, a verdade da suficiência nos coloca diante da seguinte questão: "O que é possível fazer de melhor com o que temos?".

Uma coisa, apenas uma coisa eu posso lhe garantir: a maioria das pessoas está programada para dar respostas automáticas contaminadas pela Síndrome da Escassez. As empresas buscam pessoas que pensem e ajam de forma diferente, capazes de fazer mais com o que se tem à mão. Se uma pessoa faz muito com os recursos que têm às mãos está comunicando que possui competência para ir além se tiver mais recursos.

Nós brasileiros, somos conhecidos mundialmente no segmento da publicidade e propaganda como profissionais altamente criativos, que fazem campanhas brilhantes com parcos recursos.

A inovação precisa acontecer primeiramente no campo onde as grandes batalhas são travadas: a mente. Inovar não é fazer milagres, mas consiste em afastar a mentalidade de escassez e fazer o melhor que pode ser feito
 
Robson Vitorino Consultor de empresas nas áreas de Marketing, Liderança Corporativa e Gestão de Pessoas. É professor, desde 2007, em cursos de pós-graduação da Universidade Cândido Mendes e Universidade Castelo Branco, e palestrante nas áreas: marketing, comunicação, liderança e engajamento. Vem atuando de forma intensa no segmento jurídico desde 2001, desenvolvendo projetos estratégicos de marketing, comunicação e gestão de pessoas. Autuou como palestrante do Lidere/RJ – Instituição Internacional presidida pelo Dr. John Maxwell focada em liderança estratégica. Integrou o departamento de marketing de grandes empresas em diversos segmentos como: Combustíveis e Derivados, Internet, TI, Jurídico e Terceiro Setor onde colaborou como gerente de marketing do Instituto Bola Pra Frente, dos tetra-campeões de futebol Jorginho e Bebeto. Residiu em Portugal, onde atuou como consultor na área de marketing. Formação acadêmica: graduação – Comunicação Social/Publicidade e Propaganda – Universidade Veiga de Almeida; pós-graduação – Marketing – Universidade Cândido Mendes; especialização em CRM e Novas Tecnologias – IBMEC e mestrado em Gestão do Conhecimento e Direção de Recursos Humanos – Universidad Europea Miguel de Cervantes (Espanha).
 
Fonte: RH

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Artigo: Dados em painel em contabilidade e finanças: teoria e aplicação

                             
A utilização de modelos que envolvam dados longitudinais em contabilidade e finanças tem sido recorrente. No entanto verifica-se uma falta de cuidado quanto aos critérios para a adoção de um modelo em detrimento de outro, bem como a ausência de uma discussão mais detalhada sobre os possíveis estimadores a serem estudados em cada situação. Este artigo tem por objetivo apresentar, de forma conceitual e aplicada, os principais estimadores de dados em painel que podem ser utilizados nessas áreas do conhecimento, bem como auxiliar na definição do modelo mais consistente a ser adotado, em função das características dos dados. Para um painel curto, são discutidos os modelos POLS com erros-padrão robustos clusterizados, com estimador between, efeitos fixos, efeitos fixos com erros-padrão robustos clusterizados, efeitos aleatórios e efeitos aleatórios com erros-padrão robustos clusterizados. Já para um painel longo, são discutidos os modelos com efeitos fixos, efeitos aleatórios, efeitos fixos com termos de erro AR(1), efeitos aleatórios com termos de erro AR(1), POLS com erros AR(1) e Pooled FGLS com erros AR(1). Este artigo também tem por propósito aplicar tais modelos em um caso real, com base nos dados da Compustat Global. Ao final, são apresentadas as principais rotinas para a aplicação de cada um dos modelos em Stata.
 
Autores:
Luiz Paulo Lopes Fávero


Veja:
http://www.bbronline.com.br/public/edicoes/10_1/artigos/gaekarfcoo142013163120.pdf 
 

Artigo: Impacto dos swaps cambiais na curva de cupom cambial: uma análise segundo a regressão de componentes principais

                        
O objetivo deste trabalho é verificar, com base na teoria de equilíbrio de portfólio, qual o impacto das ofertas pelo Banco Central do Brasil dos swaps cambiais e dos swaps cambiais reversos nos atributos referentes à estrutura a termo do cupom cambial. Para isso, o trabalho utiliza a regressão linear de componentes principais. Como análise complementar também foi estudada a volatilidade da curva de cupom cambial e da taxa de câmbio à vista. Os resultados indicam que os swaps cambiais reversos não geram impacto no nível geral da curva de cupom cambial, enquanto os swaps cambiais geram mudanças significativas.
 
Autores:
Alessandra Pasqualina Viola
Margarida Sarmiento Gutierrez
Claudio Henrique Barbedo
Andre Luiz Carvalhal da Silva
 
Veja:
 

Banco do Vaticano vai publicar contabilidade e lançar site

       
Anúncio foi feito pelo novo presidente da instituição, Ernst von Freyberg.
Mudanças devem acontecer até o fim do ano.

O Banco do Vaticano, por décadas um foco de escândalos, vai lançar um site próprio e publicar seu relatório anual, em um esforço para aumentar a transparência, disse o novo presidente da instituição.
Ernst von Freyberg comunicou esta semana aos funcionários do banco as mudanças, que devem acontecer até o final do ano, de acordo com a Rádio Vaticano.
Ele também disse que o banco, formalmente conhecido como o Instituto para as Obras de Religião (IOR) e chamado de banco mais secreto do mundo pela revista Forbes, também contratou uma empresa de auditoria para certificar-se de que cumpre as normas internacionais contra a lavagem de dinheiro.
A Rádio Vaticano não revelou o nome da empresa de auditoria.
Freyberg foi nomeado em fevereiro para tomar o lugar de Ettore Gotti Tedeschi, que foi demitido em maio passado.
Tedeschi disse que foi demitido porque queria mais transparência, mas o conselho, formado por especialistas em finanças internacionais, disse que ele tinha negligenciado as responsabilidades básicas de gestão e alienado os funcionários.
Segundo fontes do Vaticano, o papa Francisco, que foi eleito em março, pode decretar uma grande reestruturação do banco ou mesmo decidir fechá-lo.
 
Fonte: G1

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Artigo: Estimação de betas de ações com baixa liquidez

                          

Este artigo examina o procedimento de estimação de betas para empresas cujas ações não são negociadas todos os dias. Os betas são estimados para 3 métodos:  repetição da última cotação (RUC), trade-to-trade (TT) e ajuste de Scholes e Williams (SW). Há 3 periodicidades de retorno: diária, semanal e mensal. O objetivo é verificar a consistência dos betas estimados nos diferentes métodos de cálculo e nas diferentes periodicidades de retorno, com base em dados simulados. Os resultados indicam que, para ações que não negociam todos os dias, os betas podem ser estimados com melhor precisão com o método TT para periodicidade diária.

Autores:
Ricardo Goulart Serra
Roy Martelanc
Veja:

AVISO

As imagens publicadas nesse blog são capturadas nos sites de busca de imagens. O intuito é vincular as imagens com o texto postado - Isso facilita a sua compreensão. Se você se sentir incomodado com a publicação de alguma imagem feita (por você ou por sua instituição), basta solicitar que a retirada é feita imediatamente - ou se preferir adiciono os créditos conforme for solicitado. O uso das imagens neste blog não tem fins comerciais, mas meramente ilustrativo.



Marcadores

Barra de vídeo

Loading...

Lista de postagens por assunto

Arquivo do blog