Apresentação

Caros leitores, esse blog foi criado com intuito de compartilhar informações sobre: Contabilidade, Gestão financeira, Auditoria, Economia, Controladoria e Empreendedorismo.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Artigo: Crescimento de ativos e retorno de ações_ evidências no mercado brasileiro.



Vale a pena investir em ações no longo prazo
Evidências empíricas sugerem que as empresas que vivenciaram rápido crescimento, por meio de aumento do financiamento externo e realizando investimentos e aquisições de capital, tendem a demonstrar mau desempenho operacional e menor retorno de ações, ao passo que as empresas que vivenciaram contração, por desinvestimento, recompra de ações e quitação de dívidas, tendem a mostrar bom desempenho operacional e maiores retornos de ações. Assim, este estudo teve por objetivo analisar a relação entre crescimento de ativos e retorno de ações no mercado acionário brasileiro e testou a hipótese de que o crescimento de ativos está relacionado negativamente ao retorno de ações futuras. Para tanto, a metodologia se dividiu em 3 etapas: verificar 1) se existe anomalia do crescimento de ativos; 2) se essa relação pode ser explicada pela hipótese de fricção do investimento e/ou pela hipótese de limites à arbitragem; e 3) se o crescimento de ativos constitui fator de risco ou precificação incorreta. Além disso, a análise foi realizada tanto em nível de carteira como em nível de ativos individuais. A amostra incluiu todas as empresas não financeiras negociadas em B3 de junho de 1997 a junho de 2014. Quanto aos principais resultados, este estudo constatou que o efeito do crescimento de ativos existe, tanto no nível de carteira como no nível de ativos individuais, embora seja sensível à proxy. Sobre a materialidade do efeito, este estudo concluiu que o efeito do crescimento de ativos não é economicamente relevante, uma vez que não é observado em empresas de grande porte, independente da proxy usada, um fato que torna difícil explorar esse efeito. Outro achado é que o efeito do crescimento de ativos pode não estar relacionado à hipótese de limites à arbitragem e à hipótese de restrição financeira; além disso, esse efeito pode ser considerado um fator de risco, sugerindo que o efeito do investimento documentado no mercado de ações brasileiro pode ser explicado pela perspectiva racional da precificação de ativos. Portanto, os profissionais do mercado de capitais devem levar em consideração o fator crescimento de ativos em modelos de preços de ativos para melhor avaliação do risco de investimento.


Autores:
MACHADO, Márcio André Veras  e  
FAFF, Robert William.

Veja:
http://www.scielo.br/pdf/rcf/v29n78/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201805080.pdf

Artigo: Mercado acionário sob o impeachment presidencial brasileiro de 2016_ um teste na forma semiforte da hipótese do mercado eficiente


Hipótese do Mercado Eficiente
Este artigo visa a contribuir para o estudo sobre a reação do mercado acionário a ponto de gerar retornos anormais ou retornos anormais acumulados significativos no período do impeachment brasileiro. Por meio da hipótese do mercado eficiente (HME), em sua forma semiforte, objetivou-se verificar se o impeachment presidencial ocorrido no Brasil em 2016, em 3 datas distintas, proveu a reação esperada do mercado acionário na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA). O tema é relevante, pois aborda aspectos políticos e de teoria econômica e suas interações nos mercados acionários. Impacta na área de mercados de capitais, porque sugere que agentes econômicos podem, por meio de suas expectativas e informações, verificar reações adversas no mercado. A metodologia empregada analiticamente incorpora breve revisão de literatura como base teórica acerca de instituições envolvidas e referencia historicamente eventos do impeachment. Quantitativamente, a metodologia consiste no estudo de eventos, de maneira que as expectativas são observadas por meio de modelos de regressão de séries temporais baseados nos modelos autorregressivos de médias móveis (autoregressive-moving-average- ARMA). O resultado encontrado, sob 3 importantes eventos que culminaram no impeachment presidencial brasileiro de 2016, foi que não se determinou nenhuma estatística significativa, em nível de 5%, em todas as janelas estimadas e em todos os eventos. Estatisticamente, não se pôde rejeitar a hipótese de que os retornos anormais e os retornos anormais acumulados fossem iguais a 0. Então, considerou-se que os mercados estavam bem informados em relação aos eventos, nessa situação específica, ou seja, segundo a HME, em sua forma semiforte, os mercados reagiram conforme o esperado.

Autores:
MAIA, Uxi  e  

Veja:
http://www.scielo.br/pdf/rcf/v29n78/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201805560.pdf

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Artigo: Value-relevance do disclosure_ fatores e gestão de riscos em firmas brasileiras.




A pesquisa investigou se a evidenciação em relatórios contábeis de informações sobre risco e sobre sua gestão afeta, na margem, a avaliação de firmas no mercado de capitais brasileiro. Questionou-se a existência de value-relevance do disclosure de informações relativas a fatores de risco e a estruturas de gestão de riscos. A importância do tema emerge da documentação de que o disclosure sobre os fatores de risco exerce papel estatisticamente significante na avaliação de firmas em contexto marcado por incerteza econômica e política, caso do mercado brasileiro. Os achados confirmaram que informações sobre o risco mostram relevância informacional para a avaliação das firmas. As informações sobre gestão de risco na firma, por seu turno, não se mostraram significantes para afetar a avaliação das ações das empresas. A investigação sobre o reporte detalhado de distintos fatores de risco apontou que informações individualizadas mostram graus diversos de relevância para avaliação das firmas. Infere-se que a evidenciação de fatores de risco afeta a percepção dos investidores, os quais suportam suas estimativas de retorno também com base na disponibilização e no detalhamento de tais informações. Observou-se, ainda, que a informação sobre estrutura de gestão de riscos não se mostrou value-relevant; ademais, poucas firmas publicaram informações sobre a constituição desse tipo de órgão na estrutura administrativa. Recorreu-se à aplicação do modelo residual income valuation (RIV) (Ohlson, 1995) por meio de regressões com estimação por dados em painel referentes ao triênio 2012-2014. A amostra, delimitada aleatoriamente, foi constituída por 100 empresas. Os dados sobre evidenciação de risco e evidenciação da gestão de risco foram coletados nos Formulários de Referência das empresas, disponíveis no website da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA). Espera-se, como impacto à área de conhecimento, maior amplitude nas discussões sobre a utilidade da divulgação sobre o tema referente a fatores de risco e a existência de órgão específico responsável pela gestão de risco nas firmas, segundo a percepção de investidores. Contribui-se, ainda, trazendo evidências sobre a qualidade de disclosure relativo a risco (fatores e gestão) e a percepção do mercado de capitais quanto à informatividade e à relevância de tais destaques.

Autores:

Veja:
http://www.scielo.br/pdf/rcf/v29n78/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201806150.pdf

domingo, 7 de outubro de 2018

Artigo: Capacidade preditiva de accruals antes e após as IFRS no mercado acionário brasileiro.



Este estudo objetivou analisar e avaliar a capacidade preditiva de accruals discricionários (AD) e não discricionários (AND) em predizer fluxos de caixa futuros antes e após as International Financial Reporting Standards (IFRS) no Brasil. Este estudo justifica-se em função da escassez de estudos no Brasil nessa temática e é relevante porque pretendeu elucidar se as mudanças ocorridas devido à convergência às IFRS no Brasil trouxeram melhoria da qualidade das informações contábeis. As escolhas contábeis de gestores e contadores no mercado acionário brasileiro, facultadas pelas IFRS, contribuem para uma aparente melhoria da qualidade da informação contábil em termos de confiabilidade, representação fidedigna da posição patrimonial e financeira da entidade e, principalmente, utilidade preditiva para estimação de fluxos de caixa futuros. A população foi constituída por empresas de capital aberto listadas na Bovespa e Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA) nos anos de 2004 a 2007 e 2010 a 2015, respectivamente, sendo excluídas aquelas dos setores de “finanças e seguros” e “fundos” e ainda empresas consideradas holding para a formação da amostra não probabilística por conveniência (715 empresas). Os dados foram agrupados/combinados (pooling/pooled) por ano, pois contêm empresas diferentes ao longo da série temporal (painel desbalanceado). Verificou-se que os AD e AND produzidos antes das IFRS são negativos e estatisticamente significativos para prever fluxos de caixa futuros no mercado acionário brasileiro, o que indicava gerenciamento de resultados do tipo oportunístico/contratual. Uma das possíveis explicações para esse fato seria a influência de entidades tributárias governamentais (fisco) nas normas contábeis brasileiras, o que poderia induzir gestores a manipular resultados contábeis com o objetivo de reduzir lucros com vistas a pagar menos tributos, por exemplo. Já os AD e AND produzidos após as IFRS, com menor ascendência do fisco, são positivos e estatisticamente significativos para prever fluxos de caixa futuros no mercado acionário brasileiro, sinalizando motivação de escolhas contábeis discricionárias sob o aspecto informacional. Averiguou-se, também, que AD e AND correntes acrescentam poder informacional em comparação com os accruals agregados correntes. Ainda, identificou-se que AD e AND correntes originados após as IFRS, em comparação com os accruals agregados correntes, têm ganho informacional em relação àqueles produzidos antes.



Autores:

Veja:
http://www.scielo.br/pdf/rcf/v29n78/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201806300.pdf


Artigo: Vinte e um anos sem correção monetária no Brasil: impactos na comparabilidade da informação contábil em empresas siderúrgicas e metalúrgicas.

              
O estudo teve por objetivo verificar empiricamente a existência ou não de distorção da comparabilidade da informação, quando omitidos os efeitos inflacionários nas demonstrações contábeis. Apesar de o Brasil vivenciar, desde o Plano Real, um cenário de inflação sob controle, com índices bem aquém dos registrados nas décadas de 1980 e 1990, discutir sobre a necessidade do reconhecimento contábil dos efeitos da inflação permanece como uma questão extremamente relevante e pertinente, em face da proposta da contabilidade de produzir informações fidedignas que reflitam o mais próximo à realidade econômica na qual operam as organizações. Os resultados da pesquisa evidenciam que a contabilidade financeira tem sido diretamente afetada pela omissão dos efeitos inflacionários nas demonstrações contábeis, chamando a atenção para os efeitos negativos causados à qualidade das informações por ela produzidas. Para operacionalização da pesquisa, aplicou-se, aos balanços de empresas brasileiras do subsetor de siderurgia e metalurgia listadas na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo, no período de 1996 a 2016, a correção monetária de balanços (CMB). A partir das variáveis lucro líquido, retorno sobre o patrimônio líquido (return on equity - ROE) e retorno sobre ativos (return on assets - ROA) e de dois eixos conceituais de comparabilidade (entre empresas e entre períodos), foram desenvolvidos os parâmetros estatísticos e definidas as hipóteses, as quais foram testadas por meio do teste paramétrico t de Student. A pesquisa mostra o prejuízo causado ao processo de tomada de decisão dos usuários externos, a quem se destinam as demonstrações contábeis quando estas são preparadas, desprezando-se os efeitos da inflação. Tal prejuízo é verificável pelas análises dos resultados obtidos, dentre as quais a observação de relevantes distorções entre as médias dos indicadores corrigidos e as médias dos indicadores históricos, como o caso do lucro líquido em 2001, 2002, 2012, 2013, 2014 e 2016 (33,98, 91,92, -65,54, -30,01, -53,59 e 26,30% de variação, respectivamente), do ROE (-67,16, -61,43, -53,06, -63,46, -133,81 e 65% de variações em 2008, 2009, 2010, 2011, 2014 e 2015, respectivamente) e do ROA (-26,70, -41,14, -33,34, -43,49, 98,83 e -413,68% em 2005, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2014, respectivamente).

Autores:

Veja:
http://www.scielo.br/pdf/rcf/v29n78/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201805790.pdf

Artigo: Uso de relatórios gerenciais e desempenho de gerentes comerciais em companhia seguradora.


O objetivo deste artigo foi investigar os relacionamentos entre as percepções da dimensão facilitadora e a validade técnica dos relatórios gerenciais e desempenho dos gerentes comerciais de uma seguradora, mediados pelo uso desses relatórios. As empresas investem recursos para fornecer relatórios gerenciais para que os gerentes comerciais tomem decisões. Portanto, entender o que influencia o uso desses relatórios e se essa utilização está associada ao desempenho constituem tema relevante tanto para academia quanto para a prática profissional. Os resultados deste artigo podem ser úteis para organizações que estão tomando decisões de investir em relatórios gerenciais, mostrando que a validade técnica é a que melhor influencia o uso desses relatórios, pelo menos no curto prazo, o que também é contribuição para a teoria. Dados secundários foram combinados com um survey com 231 respondentes de uma empresa de seguros e analisados pela técnica de modelagem de equações estruturais (MEE) por meio do partial least square (PLS). O artigo contribui para a literatura e a prática da contabilidade gerencial ao demonstrar que, diferentemente de pesquisas anteriores, a dimensão facilitadora não influencia positivamente o uso de relatórios gerenciais. Em contrapartida, o estudo mostra que a validade técnica, dimensão mais tangível da qualidade dos relatórios gerenciais, está associada positivamente ao uso dos relatórios gerenciais e que esse uso influencia o desempenho dos gerentes comerciais.

Autor:

Veja:
http://www.scielo.br/pdf/rcf/v29n78/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201805970.pdf

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Artigo: NÍVEL DE EVIDENCIAÇÃO AMBIENTAL DAS COMPANHIAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA B3

                       
O presente estudo tem como objetivo verificar o nível de divulgação de informações ambientais das companhias siderúrgicas listadas na B3 S.A., entre os anos de 2004 e 2014, como também, se as referidas informações estão em conformidade com a NBC T-15. Para alcançar o objetivo proposto, foram analisados os demonstrativos contábeis de cinco empresas do setor siderúrgico e, por meio da análise de conteúdo, verificou-se a quantidade de informações ambientais contidas nos documentos. Os resultados obtidos pela pesquisa mostram que o nível de evidenciação ambiental das empresas siderúrgicas alcançou, de maneira geral, o nível regular. Constatou-se, também, que as empresas estão pré-dispostas a divulgar informações que favoreçam a sua imagem perante os stakeholders, e que as informações de aspecto mais negativo são pouco evidenciadas pelas empresas. Esta pesquisa contribui com a ampliação da literatura existente e com as discussões sobre a compreensão do nível de evidenciação socioambiental.

Autores:
Marcos Antônio Ferreira do Patrocínio, 
Alex Martins Moura, 
Adriana Rodrigues Silva

Veja:
https://periodicos.ufpe.br/revistas/ricontabeis/article/view/234958/29861

Artigo: PERCEPÇÃO DE CONTADORES SOBRE O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL CONTÁBIL


O profissional contábil deve adotar uma postura que busque o aperfeiçoamento contínuo e o desenvolvimento de habilidades necessárias para atender as exigências do mercado. Para tanto, tal postura deve ser pautada em atitudes éticas para se obter confiança, credibilidade e reconhecimento profissional. Destarte, o presente estudo teve como objetivo geral analisar a percepção dos contadores de Mossoró a respeito do Código de Ética do Profissional Contábil no desenvolvimento de suas atividades. Quanto à metodologia aplicada para o alcance de tal finalidade, adotou-se a pesquisa de caráter descritivo e de abordagem quantitativa, por meio de um levantamento do tipo survey com 26 contadores do município de Mossoró-RN, tendo como instrumento de pesquisa um questionário com questões de múltipla escolha, adaptado de Souza (2016) e Silva (2016). Com os resultados, constatou-se que a maioria dos profissionais contábeis do município de Mossoró conhece e coloca em prática os regulamentos do Código de Ética Profissional Contábil no exercício de suas profissões.

Autores:
Bárbara Daniele Medeiros, 
Ítalo Carlos Soares do Nascimento, 
Wênyka Preston Leite Batista da Costa, 
Jandeson Dantas da Silva, 
Sérgio Luiz Pedrosa Silva

Veja:
https://periodicos.ufpe.br/revistas/ricontabeis/article/view/234373/29860

domingo, 29 de julho de 2018

Artigo:Fair Value Measurement _ Análise do nível de concordância dos usuários da informação contábil com relação aos critérios propostos na minuta de pronunciamento (ED/2009/5) do IASB


                                 
O valor justo e sua conceituação são discutidos tanto no meio acadêmico
quanto  no  profissional,  sendo  sua  aceitação  questionada  por  parte  de
diferentes  usuários.  Em  2013,  o  IASB  editou  a  IFRS  13,  que  trata
diretamente dos critérios relacionados ao valor ju
sto, em uma única norma.
Assim,  tendo  como  base  a  relevância  do  assunto  em  diferentes  normas
contábeis, o objetivo da pesquisa consiste em identificar o nível de
concordância/discordância   dos   respondentes   ao   ED/2009/5   do   IASB,
referente  ao
Fair  Value  Measu
rement
.  Para  a  realização  desse  objetivo,
foram classificadas e categorizadas, por meio de análise de conteúdo, as
respostas  advindas  das  cartas  comentário  recebidas  pelo  IASB.  Os
resultados,  em  uma  amostra  de  89  cartas  comentário,  demonstram  que
houve um nível
maior de discordância por parte dos respondentes, que em
sua maioria eram europeus, norte americanos e australianos. Já na análise
do tipo de respondente não houve participação direta de acadêmicos, sendo
a  atuação  mais  presente  a  de  órgãos  normatizadores.
Com  relação  à
tipologia dos argumentos utilizados, observou
-
se uma diferença no seu uso
quando  a  discordância  ou  concordância,  sendo  que  na  concordância  a
maior parte dos usuários preferiu não argumentar e, na discordância, foram
utilizados   argumentos   bas
eados   na   prática   profissional.   A   pesquisa
contribui principalmente para o debate acerca dos critérios relacionados ao
reconhecimento, mensuração
e apresentação do valor justo, demonstrando
o nível de aceitação dos usuários perante à norma atual do IASB.
O valor justo e sua conceituação são discutidos tanto no meio acadêmico
quanto 
d
diretamente dos critérios relacionados ao valor ju
sto, em uma única norma.
Assim,  tendo  como  base  a  relevância  do  assunto  em  diferentes  normas
contábeis, o objetivo da pesquisa consiste em identificar o nível de
concordância/discordância   dos   respondentes   ao   ED/2009/5   do   IASB,
referente  ao
Fair  Value  Measu
rement
.  Para  a  realização  desse  objetivo,
foram classificadas e categorizadas, por meio de
O valor justo e sua conceituação são discutidos tanto no meio acadêmico quanto no profissional, sendo sua aceitação questionada por parte de diferentes usuários. Em 2013, o IASB editou a IFRS 13, que trata diretamente dos critérios relacionados ao valor justo, em uma única norma. Assim, tendo como base a relevância do assunto em diferentes normas contábeis, o objetivo da pesquisa consiste em identificar o nível de concordância/discordância dos respondentes ao ED/2009/5 do IASB, referente ao Fair Value Measurement. Para a realização desse objetivo, foram classificadas e categorizadas, por meio de análise de conteúdo, as respostas advindas das cartas comentário recebidas pelo IASB. Os resultados, em uma amostra de 89 cartas comentário, demonstram que houve um nível maior de discordância por parte dos respondentes, que em sua maioria eram europeus, norte americanos e australianos. Já na análise do tipo de respondente não houve participação direta de acadêmicos, sendo a atuação mais presente a de órgãos normatizadores. Com relação à tipologia dos argumentos utilizados, observou-se uma diferença no seu uso quando a discordância ou concordância, sendo que na concordância a maior parte dos usuários preferiu não argumentar e, na discordância, foram utilizados argumentos baseados na prática profissional. A pesquisa contribui principalmente para o debate acerca dos critérios relacionados ao reconhecimento, mensuração e apresentação do valor justo, demonstrando o nível de aceitação dos usuários perante à norma atual do IASB.

Autores:
Maria Carolina Reis Visoto, 
Eduardo Bona Safe de Matos, 
Jorge Katsumi Niyama


Veja:
https://revistas.ufpr.br/rcc/article/view/50946/34502

AVISO

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