Apresentação

Caros leitores, esse blog foi criado com intuito de compartilhar informações sobre: Contabilidade, Gestão financeira, Auditoria, Economia, Controladoria e Empreendedorismo.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Cartilhas: Fatos Fiscais - 2019

                                                   Grupo Orzil – TCU: Brasil tem déficit fiscal pelo sexto ano seguido
O déficit primário apurado pelo Tesouro Nacional em 2019 alcançou R$ 88,9 bilhões. Já o resultado nominal apresentou déficit de R$ 399 bilhões. A variação do resultado primário, em valores correntes de 2019, comparativamente ao ano anterior, decorreu do aumento da despesa total (6,7%), alcançando cerca de R$ 1,4 trilhão, em proporção menor que o crescimento da receita líquida deduzida de transferências a estados e municípios (9,7%), que somou R$ 1,3 trilhão.
Os dados constam da cartilha Fatos Fiscais, criada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para apresentar, de forma detalhada e didática, um comparativo de quanto o governo vem gastando em áreas como Saúde, Segurança e Educação ao longo dos últimos anos, além dos encargos com a dívida pública. A cartilha com dados referentes a 2019 foi lançada nesta quarta-feira (25/6), durante a sessão do Plenário do TCU. Entre os destaques do documento, constam os valores relativos à renúncia fiscal, ao déficit previdenciário e aos investimentos do governo.

Renúncia Fiscal
Em 2019, a renúncia fiscal atingiu R$ 348,4 bilhões, correspondendo a 4,8% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2018, o valor foi de R$ 314,2 bilhões, correspondendo a 4,6% do PIB.
“As renúncias fiscais envolvem valores que não transitam diretamente pelo orçamento público, daí a importância de se conferir a devida transparência a esses números. Após o pico atingido no ano de 2015, a tendência observada no período recente é de relativa estabilidade dos montantes desses incentivos em relação ao PIB”, afirma o diretor de Fiscalização da Responsabilidade Fiscal do TCU, Renato Lima Cavalcante.
“A renúncia fiscal ganhou muita relevância nos últimos anos, como instrumento alternativo ao orçamento de financiamento de políticas públicas. O Tribunal intensificou sua atuação sobre esse instrumento nos últimos 11 anos especialmente para aumentar a sua transparência e a avaliação de sua eficiência e efetividade. Por afetar a receita, também representa um risco fiscal, razão pela qual devem ser verificadas as condições impostas pela legislação para sua concessão ou ampliação”, ressalta a diretora de Fiscalização do Planejamento e do Orçamento Governamental do Tribunal, Virgínia de Ângelis Oliveira de Paula.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Decisão do STF sobre covid-19 eleva risco de ações judiciais - Valor Econômico

Empresa compra processos judiciais e dá liquidez a este lento mercado

Empresas devem prevenir a disseminação do vírus no local de trabalho e guardar documentos que comprovem esse cuidado

Por Adriana Aguiar — De São Paulo



Marcos Alencar: questionamentos por parte dos que adoeceram gravemente e dos familiares dos que se foram — Foto: Ruy Baron/Valor

Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que dá margem para a covid-19 ser considerada doença ocupacional, empresas correm o risco de responder na Justiça a pedidos de indenização por danos morais e materiais. As ações podem ser propostas por empregados atingidos na forma mais grave da doença ou por familiares.
Funcionários afastados pela Previdência Social por mais de 15 dias para tratamento, têm estabilidade de um ano e direito ao FGTS no tempo de licença. As companhias podem também sofrer impacto no caixa (leia mais abaixo) com o aumento do Fator Acidentário de Prevenção (FAP).
O conselho de especialistas às empresas é cautela. Com o fim da quarentena em diversos municípios e a volta ao trabalho presencial, as companhias devem prevenir a disseminação do vírus no local de trabalho e guardar documentos que comprovem esse cuidado, segundo advogados trabalhistas. As companhias devem seguir as regras da Organização Mundial de Saúde (OMS) e protocolos governamentais sobre covid-19.
O Supremo já recebeu 2.682 processos relacionados à pandemia da covid-19. Já foram proferidas mais de 2,4 mil decisões dos mais diversos assuntos que envolvem a doença, segundo dados do Painel de Ações Covid, implementado no site do tribunal.
No dia 29 de abril, ao derrubar o artigo 29 da Medida Provisória (MP) n° 927, segundo o qual a covid-19 não é doença ocupacional, o STF possibilitou que funcionários contaminados possam responsabilizar empresas pela doença, se comprovado que ela foi contraída no ambiente de trabalho.
Caberá às empresas demonstrarem nos processos que tomaram medidas preventivas. A decisão foi proferida no julgamento de pedido de liminar em sete ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) ajuizadas contra a MP. Segundo os ministros, o artigo prejudicaria inúmeros trabalhadores de atividades essenciais e de risco que estão constantemente expostos à doença, por não considerá-la acidente de trabalho.
A advogada Cássia Pizzotti, sócia do Demarest Advogados, afirma estar preocupada com os desdobramentos dessa decisão. Segundo ela, já existem sindicatos exigindo a emissão de Comunicado de Acidente do Trabalho (CAT) nos casos de funcionários afastados pela covid por mais de 15 dias e, com isso, dá-se a entender que a empresa assumiu a responsabilidade pela contaminação.
Ela explica que na seara trabalhista ainda caberá ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) definir como será a responsabilização. O tribunal determinará se existe responsabilidade objetiva decorrente do negócio, independentemente de comprovação de culpa. Ou se há responsabilidade subjetiva. Nesse caso, se a empresa provar que seguiu todas as recomendações de saúde, como fornecimento de máscaras e álcool em gel, troca de turnos ao ar livre, cuidados na higiene do refeitório, entre outras medidas, poderá se eximir de condenação.
“A doença do trabalho está ligada a uma condição do ambiente de trabalho. Neste caso, não tem como afirmar que o funcionário pegou covid na companhia”, afirma. A advogada acrescenta que não dá para responsabilizar a empresa por algo que é pandêmico, pois as pessoas podem pegar a doença em qualquer lugar, inclusive na própria casa.
A caracterização da covid como doença do trabalho também tem ocorrido em outros países segundo Cassia. A Alemanha e a Itália consideram como doença de trabalho apenas para profissionais da saúde. Canadá também reconhece ser doença ocupacional, desde que exista laudo. A Argentina também admite como doença do trabalho de forma mais ampla.
Para evitar a responsabilização, Cassia afirma que as companhias estão desenvolvendo protocolos, com auxílio de autoridades médicas, que devem ser seguidos para evitar o contágio. O ideal, segundo ela, é existir uma iniciativa do governo federal, assim como ocorreu nos Estados Unidos, que eleja os requisitos que devem ser cumpridos pelas empresas para afastar a responsabilidade. “Nos Estados Unidos e no Reino Unido, funcionários se recusaram a voltar ao trabalho e por isso o governo criou essas medidas preventivas”, diz.
O advogado Marcos Alencar afirma que, diante da decisão do Supremo de abril e de outra decisão de 2009 que declarou a responsabilidade objetiva por acidente de funcionário de empresa de segurança, as empresas precisam de provas contundentes para se defenderem. “Passada a pandemia, teremos muitos questionamentos por parte dos que adoeceram gravemente e dos familiares dos que lamentavelmente se foram”, diz.
Entre as provas que devem ser guardadas, o advogado destaca o registro de aquisição em maior volume, se comparado a antes de março deste ano, dos produtos de higiene e o acatamento de “autodeclaração” de empregados com sintomas de covid-19, evitando assim o contágio com os demais empregados. Além disso, a demonstração de contratação de transporte individual ou específico, para evitar que os empregados utilizassem transporte público de passageiros é uma prova importante.
Os documentos de aquisição de máscaras, luvas, óculos de proteção e vídeos ou fotos de treinamentos de como utilizar os equipamentos de segurança também devem ser arquivados. Ele também recomenda reuniões semanais da Cipa (que podem ser virtuais) para esclarecer o passo a passo das medidas de contenção da doença, entre outros esclarecimentos. 

Fonte: Valor Econômico

Veja

sábado, 16 de maio de 2020

Artigo: Plano de remuneração baseado em ações_uma análise dos determinantes da sua utilização.

O objetivo deste trabalho foi investigar os principais aspectos que determinaram a utilização da remuneração baseada em ações e as variáveis que influenciam o montante pago. Este artigo preenche a lacuna relacionada à celeuma anterior quanto às variáveis que impactam na decisão de remunerar baseado em ações, como também esclarece os fatores que impactam sua magnitude, além de um tratamento estatístico mais robusto em relação à endogenia. O Brasil é conhecidamente um país onde predomina o conflito de agência entre acionista controlador e minoritários, assim, é relevante entender os determinantes da adoção e do montante pago aos gestores utilizando opções de ações, pois a remuneração pode ser utilizada como forma de tunneling. Este estudo identificou um possível trade-off entre remuneração em dinheiro e ações, tendo em vista o aumento de endividamento da empresa. Também verificou que, no mercado brasileiro, esse tipo de remuneração não está relacionado com governança e desempenho. Utilizou-se a regressão com dados em painel com efeitos fixos na firma e no Setor*Ano para eliminar o possível viés advindo de heterogeneidades constantes no tempo para as firmas e choques nas indústrias, em particular ano. Ademais, para identificar os determinantes, utilizou-se a regressão logística com dados em painel e efeito fixo no Setor*Ano. A amostra do estudo compreendeu 287 empresas abertas na Bolsa, Brasil, Balcão (B3). Esta pesquisa expõe que 40% das empresas no período de 2010 a 2016 utilizaram remuneração baseada em ações, entretanto, o montante pago ainda é baixo, 0,03% do ativo total das empresas. Os resultados indicam que, no mercado brasileiro, variáveis como oportunidades de investimento e tamanho da empresa aumentam a probabilidade da adoção do employee stock options plans (ESOP). Ademais, referente ao montante pago, este é negativamente relacionado com o endividamento da empresa, indicando que, numa possível diminuição de liquidez, a empresa opta por remunerar o gestor com ações para diminuir sua exposição a riscos sistêmicos.

Autores:
ERMEL, Marcelo Daniel Araujo  e  
MEDEIROS, Vanessa.

Veja:
https://www.scielo.br/pdf/rcf/v31n82/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201907620.pdf

Autor: Relevância informacional dos principais assuntos de auditoria.

A influência da tecnologia da informação aplicada no apoio à auditoria contábil


Este trabalho tem como objetivo investigar se os principais assuntos de auditoria (PAAs) contidos na divulgação anual das demonstrações financeiras padronizadas (DFPs) das companhias listadas trouxeram relevância informacional para os investidores. O estudo preenche uma lacuna da literatura ao avaliar a reação do mercado em relação à publicação das informações contidas nos PAAs no Brasil, o qual passou a ter divulgação obrigatória para as companhias listadas a partir das demonstrações financeiras referentes ao exercício de 2016. O tema em análise tem relevância prática, pois o uso dos PAAs nos relatórios do auditor independente tende e crescer e se expandir para as demais companhias abertas, além das companhias listadas. O trabalho traz uma contribuição para o regulador do mercado de capitais (Comissão de Valores Mobiliários - CVM) e para o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON) no que tange ao entendimento dos impactos do novo relatório do auditor, possibilitando o aperfeiçoamento e a ampliação desse mecanismo. Para a análise, utilizou-se a metodologia de estudo de eventos, que consiste em avaliar como a informação influencia o mercado em um determinado período associado à ocorrência do evento de divulgação. Para tanto, utilizou-se a variação da soma dos retornos anormais diários de cada companhia nos dias que fazem parte da janela de divulgação das informações. Os resultados deste estudo apontam para a consistência do conteúdo informativo das demonstrações financeiras com a emissão dos PAAs, na medida em que a variação do retorno anormal acumulado das empresas analisadas tem associação positiva com os retornos acumulados na janela de divulgação da informação das DFPs a partir do ano de adoção do novo relatório do auditor independente. Assim, este trabalho contribui para a literatura, apresentando evidências empíricas da relevância informacional do conteúdo do novo relatório de auditoria contendo os PAAs.

Autores:
ALVES JUNIOR, Edilson Divino  e  
GALDI, Fernando Caio.

Veja:
https://www.scielo.br/pdf/rcf/v31n82/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201908910.pdf

Artigos: O uso de derivativos para hedge melhora os ratings de crédito das empresas brasileiras?


Este trabalho se propôs a identificar os fatores que podem explicar as atribuições dos ratings, com especial atenção ao impacto do uso de derivativos. A lacuna explorada por esta pesquisa reside no ineditismo em se analisar a percepção, por parte das agências de ratings, dos reflexos causados pelas informações relacionadas ao uso de derivativos pelas companhias brasileiras de capital aberto. Além disso, este estudo transfere os achados anteriores que se debruçaram sobre os analistas de ações para as agências de ratings, reforçando a discussão sobre a complexidade dos derivativos no processo de avaliação do risco de crédito. A contemporaneidade deste tema de pesquisa se dá pela recente adoção da norma International Financial Reporting Standards 9 (Comitê de Pronunciamentos Contábeis - Pronunciamento Técnico n. 48), que entrou em vigor em janeiro de 2018. A partir dessa normatização, a principal novidade apresentada neste artigo foi a verificação do reflexo do uso de derivativos utilizados pelas empresas com a finalidade de hedge nos seus ratings de créditos, ajudando a suprir uma lacuna empírica na literatura da área. Os resultados encontrados contestam a teoria de que o uso de derivativos para hedge é visto positivamente pelos investidores. No entanto, apesar de nenhum impacto significativamente estatístico ter sido encontrado nos ratings das empresas que utilizam derivativos, observou-se que as empresas que usam derivativos e têm os maiores valores nocionais foram as que receberam as melhores notas da agência Moody’s. Com isso, ampliamos o debate sobre a complexidade das informações atreladas ao uso dos derivativos. Foram analisados 2.090 ratings atribuídos a companhias não financeiras com ações negociadas na Brasil, Bolsa, Balcão [B]³ entre 2010 e 2016, por meio de análise dos dados em painel, conferindo maior robustez às análises e aos achados. Contrariando a hipótese central desta pesquisa, os resultados aqui apresentados mostram que, no Brasil, as empresas que se utilizam de instrumentos financeiros derivativos para hedge não recebem as melhores notas de classificação de crédito por parte das agências de ratings. Uma das principais contribuições deste estudo centra-se nos indícios de que as agências Standard & Poor's e Moody’s não foram capazes de incorporar, de maneira consistente, as informações relacionadas ao uso dos derivativos, ampliando a discussão sobre a complexidade desses instrumentos financeiros.

Autores:

Veja:

Artigo: Value relevance dos ativos fiscais diferidos na indústria bancária brasileira.




O objetivo desta pesquisa foi investigar a relevância informacional do acentuado nível de ativos fiscais diferidos (AFDs) na indústria bancária brasileira, identificando se tais ativos influenciam o valor de mercado das instituições bancárias de capital aberto. A avaliação da relevância informacional dos AFDs na indústria bancária é tema incipiente na literatura nacional e registra resultados conflitantes em pesquisas internacionais. No Brasil, apresenta características notadamente quanto à dimensão das assimetrias entre o lucro contábil e fiscal que justificam a preocupação sobre os efeitos desses ativos no valor de mercado dos bancos. A literatura aponta questionamentos em relação aos AFDs quanto à sua capacidade de geração de benefícios econômicos e de controle da entidade, especialmente na indústria bancária, por não cumprirem a função de intermediação financeira, o que os tornaria desprovidos de substância econômica. Isso sinalizaria potenciais riscos e fragilidades dos bancos, como a redução na qualidade do capital próprio e dos lucros, além de distorções nos indicadores econômico-financeiros, o que justificaria uma percepção negativa por parte dos investidores. Como principal contribuição do estudo para a literatura, pode ser destacada a identificação de que, no mercado brasileiro, as assimetrias entre o resultado tributário e societário dos bancos, origem dos AFDs, impactam negativamente no valor de mercado dessas instituições. Foi testada empiricamente a hipótese de pesquisa no mercado de capitais brasileiro, usando dados de 2000 a 2017 dos bancos de capital aberto, por meio da estimação de dois modelos - Market-to-Book e Ohlson (1995). Os resultados deste estudo demonstraram que, no mercado de capitais brasileiro, há relação negativa entre o estoque de AFDs dos bancos e o valor de mercado dessas entidades, corroborando a hipótese de que os investidores identificam a relevância desses ativos na estrutura patrimonial como sinal de comprometimento da qualidade do capital e do lucro.

Autores:
GUIA, Leandro Dias  e  
DANTAS, José Alves. 

Veja:
https://www.scielo.br/pdf/rcf/v31n82/pt_1808-057X-rcf-1808-057x201808060.pdf

Artigo: Efeitos cognitivos mediadores do compartilhamento de informação na relação entre participação orçamentária e desempenho gerencial


Este artigo tem por objetivo analisar os efeitos cognitivos mediadores do compartilhamento de informações verticais no processo orçamentário e na relação entre participação orçamentária e desempenho gerencial. A literatura comportamental na área contábil tem divergido sobre os efeitos cognitivos da participação orçamentária no desempenho gerencial. Evidências encontradas nessa literatura revelam que é possível haver variáveis intervenientes nessa relação que podem influenciar os efeitos cognitivos da participação no desempenho. Considerando-se que a participação orçamentária pode afetar a cognição e o desempenho dos indivíduos no trabalho, é relevante a análise das práticas de gestão orçamentária adotadas pelas organizações e seus efeitos produzidos nos indivíduos com responsabilidade orçamentária. As evidências encontradas demonstram que a configuração orçamentária da organização influencia a forma como ocorrerá o compartilhamento de informações e, por consequência, produzirá efeitos cognitivos no desempenho gerencial. Esta pesquisa descritiva foi realizada por meio de levantamento e abordagem quantitativa dos dados e de modelagem de equações estruturais. A amostra da pesquisa compreendeu 316 respondentes com responsabilidade orçamentária que exercem a função de controller, gerente de controladoria ou coordenador de controladoria em empresas brasileiras. Como resultado, temos que a participação orçamentária influencia positivamente o compartilhamento de informação vertical, que apresentou influência positiva no desempenho gerencial. O compartilhamento de informações verticais resulta de efeitos cognitivos da participação orçamentária. Maiores níveis de compartilhamento de informação vertical refletem em menor ambiguidade de papéis e em melhor desempenho gerencial. Mesmo que os indivíduos com responsabilidade orçamentária percebam a existência de assimetria de informações no ambiente de trabalho, seus efeitos sobre o desempenho não são significativos. Esses resultados contribuem para o entendimento dos efeitos cognitivos mediadores do compartilhamento de informações na relação entre participação e desempenho, revelando que os efeitos da participação no desempenho podem não ocorrer a partir de uma relação simples de causalidade, mas a partir de determinados condicionantes.

Autores

Veja:

quarta-feira, 25 de março de 2020

Artigo: Resiliência financeira de fundos de regimes próprios de previdência em municípios.

                  A importância de fazer um planejamento financeiro anual para sua qualidade de vida!
O objetivo deste estudo é analisar as respostas a pressões e os padrões de resiliência financeira que emergem nos regimes próprios de previdência social (RPPS) municipais. A análise agrega à abordagem tradicional de resiliência financeira discutindo a vulnerabilidade que emerge da interação entre patrocinador e RPPS, estimulada muitas vezes pelo efeito lock-in da regulação federal que restringe o espaço para respostas transformativas. O tema de resiliência financeira tem sido aplicado como governos reagem a crises, mas não aplicado aos fundos de pensão. Contudo, o objetivo de longo-prazo desses fundos justaposto às pressões de curto prazo induz os gestores à posição paradoxal ao tentarem assimilar as pressões. O impacto do artigo para fundos de pensão e para a regulação está na proposição de que a crescente vulnerabilidade dos regimes RPPS vem do fraco cinturão de governança que protege tais fundos, e que a correção desta questão seria necessária e válida para qualquer reforma que venha a ser feita na política de previdência social no país . Em um mixed-methods sequencial, foram realizadas entrevistas com gestores de fundos, consultores e representantes da Secretaria de Previdência (SPREV) do Ministério da Fazenda, para levantar as respostas usualmente dadas pelos fundos para assimilar as pressões financeiras que surgem. Em seguida, quatro respostas típicas foram analisadas com dados contábeis e financeiros para detectar o nível de uso dessas respostas em mais de 1,8 mil fundos de 2014 a 2016. A partir da frequência das respostas adotadas por cada fundo, foi proposto o padrão de resiliência financeira predominante e como os gestores dos fundos reagem à vulnerabilidade gerada pela ação da prefeitura. Foi observado que as prefeituras acomodam pressões orçamentárias interrompendo repasses ao fundo ou reduzindo alíquotas, e com isso aumentam a vulnerabilidade do fundo. Os gestores dos fundos por sua vez usam a carteira de investimentos para pagar benefícios, reforçando a vulnerabilidade. Esse é um padrão fraco de resiliência financeira, que reforça a vulnerabilidade dos fundos. Discute-se ao final que tal padrão surge devido a falhas de governança e ao efeito lock-in proposto em Pike, Dawley & Tomaney (2010), que reduz o espaço de gestores darem soluções mais transformadoras e ativas em busca de sustentabilidade financeira.

Autores:

Veja:

Artigo: Uma abordagem estocástica para a mensuração da incerteza das provisões técnicas de sinistros.

               Como evitar atrasos na gestão de sinistros
Este trabalho visa a obter métricas para a quantificação da variabilidade das provisões técnicas de sinistros, fazendo uso de modelos determinísticos e estocásticos. Em suma, tudo o que os métodos tradicionais não fornecem (medidas de variabilidade e de insuficiência de capital) são de fundamental importância para uma gestão atuarial eficiente. A metodologia proposta revela a probabilidade de insuficiência de o capital alocado cobrir os compromissos assumidos pela seguradora. Para manter recursos para fazer frente às indenizações a pagar aos segurados, as entidades securitárias constituem, em seu balanço patrimonial, as provisões técnicas. As provisões técnicas são estimativas e, por isso, fonte de oscilações no resultado operacional das seguradoras. Logo, o entendimento e a proteção contra essas variações adversas são fundamentais para uma gestão atuarial eficiente. A abordagem estocástica viabiliza o estudo de modelos internos de capital de solvência, tema carente de estudos no mercado brasileiro, que é determinado por um modelo padrão pré-definido pelo órgão regulador. Foi proposta uma modelagem estocástica para a provisão de sinistros incurred but not reported (IBNR), utilizando-se bootstrap e, para validação dessa abordagem, os resultados foram comparados com as abordagens tradicionais, utilizando-se dados reais de Seguros de Automóveis e Responsabilidade Civil Facultativa de uma seguradora brasileira. Há vantagens na adoção de métodos estocásticos de dimensionamento das provisões técnicas de sinistros sobre os determinísticos, uma vez que é possível estimar empiricamente as distribuições de probabilidade. Os quantis dessas curvas informam a probabilidade estimada de o valor real exceder um determinado nível de provisionamento, de modo a extrair a probabilidade de insuficiência de capital que os métodos tradicionais não fornecem. Ademais, os resultados mostram que os métodos tradicionais são demasiadamente conservadores, alocando-se mais capital do que o necessário.

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Artigo: Seguros de automóvel no Brasil_ concentração e demanda de mercado.


Este trabalho estuda dois aspectos do mercado de seguros de automóvel no Brasil: o primeiro visa determinar o grau de competitividade das empresas que o compõem e, o segundo, estimar e analisar a demanda por seguros de automóveis. A maioria de estudos no Brasil sobre o setor de seguros de automóveis versa sobre o desempenho das empresas desse setor ou, ainda, mostra estudos regionais da demanda por seguros e seus determinantes. Nesse sentido, este estudo inova os estudos desse setor no Brasil, mostrando, primeiramente, o comportamento próximo do competitivo das firmas e, depois, estimando a demanda por seguros no país. A relevância deste trabalho está na forma ordenada e sequencial de analisar a demanda em um setor. Primeiramente, a identificação do tipo de concorrência que tem lugar no setor e, depois, com base nisso, a proposta de uma forma estrutural fundamentada em decisões otimizadoras para estimar as elasticidades-preço, renda e de poder de mercado da demanda. Além disso, é inegável a importância da análise do setor de seguros por movimentar significativas quantidades de recursos financeiros e prestar um serviço essencial na economia. Com informação sobre a estrutura de mercado e do perfil da demanda do setor seguros de automóveis, é possível propor tanto políticas estratégicas do ponto de vista das firmas individualmente quanto setoriais, visando trazer maior eficiência ao setor. Para analisar a competitividade, são calculadas medidas de concentração utilizando dados mensais agregados anualmente do prêmio de todas as empresas seguradoras do ramo de automóveis, no período de 2001 a 2016. Para estimar a demanda por seguros de automóvel, utilizaram-se dados semestrais de 2002 a 2010 para cada uma das 27 unidades federativas do Brasil. Dois são os resultados apresentados neste estudo. No primeiro, encontramos evidência de pouca concentração no mercado de seguros de automóveis no Brasil, sendo que as parcelas de participação estão bem distribuídas entre as empresas. O segundo mostra a estimação da demanda por seguros de automóveis no Brasil e encontra que a elasticidade de curto prazo da demanda por seguros em relação a prêmio cobrado é da ordem de -0,47, enquanto essa mesma elasticidade, no longo prazo, é de -1,33. Além disso, o lucro defasado tem influência negativa sobre a importância assegurada da ordem de -0,21 no curto prazo e -0,59 no longo prazo. A renda não afeta significativamente a demanda por seguros no Brasil.

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