Como o ser humano é o planejador de todo e qualquer processo, não havia dúvidas de que ele deveria ser o fator cabeça-de-chave, ou seja o 1º M. Depois não adianta o ser humano ter método e matérias primas se ele não tiver máquinas. Uma máquina “aceita” qualquer método operacional, muito embora haverá apenas um método, o mais racional em produtividade, economia e qualidade, para os objetivos da missão de produção
O professor Engº Kaoru Ishikawa através do seu diagrama Espinha de Peixe, conhecido como os 4 Fatores M: mão de obra, máquina, método e matéria prima, na JUSE – União Japonesa de Engenheiros e Cientistas, nos anos 1960, iniciava a elucidação da administração das restrições.
Para Ishikawa todo processo, em busca de resultados, tinha que racionalizar a presença de 4 fatores (com palavras começadas por ‘M’ em inglês). Não bastavam estes 4 fatores estarem presentes, eles tinham que estar, além de presentes, coordenados entre si em suas influências nos resultados dos processos: industriais, militares, serviços, agropecuários, científicos, educacionais e etc.
E recordo-me sobre a tentativa em se estabelecer uma ponderação de consenso para estes 4 fatores M. Qual era o mais importante dentre os 4? E qual seria a hierarquia de todos entre si?
Como o ser humano é o planejador de todo e qualquer processo, não havia dúvidas de que ele deveria ser o fator cabeça-de-chave, ou seja o 1º M. Depois não adianta o ser humano ter método e matérias primas se ele não tiver máquinas. Uma máquina “aceita” qualquer método operacional, muito embora haverá apenas um método, o mais racional em produtividade, economia e qualidade, para os objetivos da missão de produção.
Foi entendido que a mão-de-obra era o 1º M, o mais importante, seguido pela máquina em grau de prioridade, o 2º M.
Os métodos e as matérias primas são alternantes em prioridade e ponderação. Toda vez que se muda a matéria prima podem mudar os métodos e vice-versa. A mão-de-obra e a máquina podem atuar por meio de ajustes e regulagens operacionais em vários métodos, para várias matérias primas. Mas, se a máquina não for capaz de operacionalizar o método para a transformação útil de dada matéria prima aplicável?
Em função de condições “restritivas” o resultado a ser obtido irá condicionar o método para certas classes de matérias primas. O método é um engenho científico racional e a matéria prima é uma ocorrência da natureza aproveitada pelo homem.
Ora a mão-de-obra é humana, a máquina uma criação humana, o método era um conjunto de ações lógicas humanas para a adaptabilidade e adequação de procedimentos tais que fossem viáveis para dar transformação material às matérias primas – as primeiras matérias úteis aos processos mutantes de estados fiscos, químicos e biológicos. E a matéria prima é uma ocorrência da natureza.
A mão-de-obra pode ser treinável, e a máquina criada numa nova e reformada numa tradicional. E um dado método aplicado podendo admitir a matéria prima mais adequada, por ajustes e regulagens, da compatibilidade máquina x método, seria o 3º M?
Logo, se entendeu que o método seria o 3º M, ainda como criação humana ... E o 4º M seria a matéria prima.
Tendo-se a hierarquia dos 4 Fatores M, poderíamos estabelecer um padrão-normativo de ponderação para adoção nos projetos de engenharia?
Claro que sim!
Para os 4 Fatores M uma ponderação simplista poderia nascer ou de complexas análises estatísticas, ou usando uma das teorias usadas pela engenharia, a das proporções racionais, sejam ocasionais, ou recorrentes, nas distribuições estatísticas de resultados operacionais.
Então, para 4 Fatores existe a 40/30/20/10. Se fossem para 3 Fatores poderíamos aplicar a 50/30/20 ou a 70/20/10 (esta foi uma ocorrência descoberta por Vilfredo Pareto – economista italiano, quando ele sugestionou a conceituação: “dos muitos triviais e dos poucos vitais”).
Tendo-se estabelecido a hierarquia dos 4 Fatores M seria bem simplista escalar as proporções das prioridades e dos graus de importância. Assim, foi sugerido:
4 Fatores M e as suas ponderações para a engenharia:
1º Mão-de-obra = 40%;
2º Máquina = 30%;
3º Método = 20%;
4º Matéria Prima = 10%.
Total = 100% = Sistema da Qualidade Total.
Parece uma coisa boba, mas se torna importante nos planejamentos da engenharia:
1. Nunca a mão-de-obra sozinha definirá o resultado de um processo, já que não é nem a “metade” dele, mas apenas 40% do todo;
2. Se uma parte das ações da mão-de-obra for automatizada, digamos em 50% das ações manuais que lhe seriam aplicáveis (dos 40% dela), a máquina se tornará predominante, com seus 30%, mais os 20% (do todo de 40% da mão-de-obra) vindos da automação (50% da ponderação de 40% da mão-de-obra);
3. Mão-de-obra e método chegam a 60% do todo, e por isto a falha humana passa a ser de alto potencial de ocorrência já que ambos dependem da habilidade e do conhecimento do homem;
4. Se tivermos uma padronização de “excelência” às variações dos resultados ficarão restritas às variações intrínsecas da matéria prima, ou seja de 10% do todo - Ótimo para a qualidade, a produtividade e a economia;
5. O enfoque futuro, quer dizer desde os anos 1950, com as teorias de Norbert Wiener, Pai da Cibernética e do feedback, será da prevalência do Sistema acima de Fatores isolados, abrangendo a adoção de sistemas para os 100% dos 4 Fatores M;
6. A maior fonte de aprendizado sempre será a humana, nos 40% da mão-de-obra, mas que os longos históricos da riqueza de informações, virão dos registros de 60% da máquina + método + matéria prima;
7. A matéria prima poderá ser o fator de menos restritividade, uma vez que pode ser comprada alhures a qualquer local e tempo;
8. Sem máquinas, com seus 30% de ponderação, poderá haver a produção, mas primitiva, primária, frágil sem agregação de tecnologia e valores tecnológicos;
9. Sem mão-de-obra com seus 40% de intervenções humanas temos a robótica intensiva, quando os empreendimentos se “livram das pessoas”;
10. Sem métodos, com os seus 20% de ponderação, fica-se sem a engenharia “procedural”, e sem as possibilidades de diferenciações nos resultados, com base nas ilações técnico-científicas – fica-se com maiores práticas através da aprendizagem de tentativas, erros e acertos.
Estes conceitos surgiram de dentro da engenharia para se poder implementar a Robótica, onde o trabalho fosse periculoso e insalubre. Ao início dos anos 2000 o Japão detinha a metade dos robôs industriais de todo o mundo. Mas, não tinha, e nunca teve, altos índices de desempregos.
A AUTOMAÇÃO – de dois modos: (a) o primeiro foi o utilizado com a Reengenharia nos anos 1980 – ainda no ideário executivo da globalização, altamente nocivo e predador, que é o de “se livrar das pessoas”, (b) o segundo, mais humanista, quando a sua adoção visa eliminar trabalhos “sujos ou insalubres”. É utilizado quando se quer:
1. Prevenir problemas de saúde nos operários;
2. Evitar riscos de acidentes pessoais e institucionais;
3. Efetuar manipulação de materiais de alta periculosidade;
4. Controlar processos de altíssima velocidade;
5. Evitar a monotonia alienadora;
6. Produzir produtos com extrema precisão, reduzindo as perdas;
7. Dar consistência à produção com resultados mais estáveis;
8. Retirar o operário de locais ambientalmente agressivos;
9. Produzir lotes “customizados” dando flexibilidade à produção e
10. Efetuar integração de dados e informações em sistemas produtivos em rede.
Com a Robótica na aceleração da produção, na criação dos ferramentais de flexibilidade, para a “customização”, criando a sociologia dos produtos seriados, mas individualizados em gostos, preferências, múltiplos padrões e etc – a velha diferenciação levada a sério pelos engenheiros japoneses – com a adoção do Just In Time – foram surgindo outros padrões de restritividades, além daqueles 4 Fatores M de Ishikawa.
Os 4 Fatores M de Ishikawa se consolidaram como a migração do Sistema Básico da Manufatura, para o Sistema Básico da Automação e da Robótica. E outras carências começaram a ser visualizadas pela administração da engenharia e da tecnologia.
Quando tudo começou a ficar veloz, processos e produções, novas centelhas de ameaças foram surgindo, e a restritividade esbarra em outros Fatores Dinâmicos do novo Sistema Básico da Automação e da Robótica:
1. Tempo, prazos e garantias de “cronômetros”;
2. Know-how, conhecimentos, inovações e acervos;
3. Qualificação e recursos humanos;
4. Insumos e Materiais, menos naturais e mais elaborados;
5. Infraestrutura e Mobilidade;
6. Dinheiro, verbas e investidores;
7. Infalibilidade ou confiabilidade de longo termo.
São modernamente os 7 Fatores da Dinâmica da Automação e da Robótica, nos arremessando num novo padrão de geração de riquezas, que necessita que estes 7 fatores sejam síncronos, equitativos em suas proporções, sejam “governados” pela cibernética profunda, tenham contingências de ações para eventos probabilísticos e restritivos – veio então a Teoria das Restrições.
Ora temos sob domínio todos os 7 Fatores, ora 5 ou 6 deles. Ora não temos nenhum ... E sempre, se mantivermos a adoção desta plataforma, poderemos ter restrições em usufruto circunstancial e/ou estrutural de alguns ou de todos estes fatores. Então administrar, governar e dirigir irá requerer um novo perfil para seus administradores – sejam engenheiros, cientistas, contadores, economistas e administradores plenos ...
Estaremos impossibilitados de produzir riquezas, com segurança tecnológica, se ao menos tivermos falta de pelo menos um destes 7 Fatores da Dinâmica da Automação e da Robótica.
Como o caos e a complexidade se agigantam, diante dos administradores, com eventos impactantes, muito mais empobrecedores e destrutivos, nas transitoriedades e nas incertezas, urgem que um novo perfil de administrador tanto público, quanto privado, isentos de ideologias recessivas, seja validado para as governanças locais, regionais e globais.
A cada ano as possibilidades de eventos impactantes e complexos aumentam em sua ocorrência e o Sistema Básico da Automação e da Robótica terá que já estar disponível, como suporte às deliberações e a administração de iniciativas racionais, positivas e de baixa colateralidade.
Para Ishikawa todo processo, em busca de resultados, tinha que racionalizar a presença de 4 fatores (com palavras começadas por ‘M’ em inglês). Não bastavam estes 4 fatores estarem presentes, eles tinham que estar, além de presentes, coordenados entre si em suas influências nos resultados dos processos: industriais, militares, serviços, agropecuários, científicos, educacionais e etc.
E recordo-me sobre a tentativa em se estabelecer uma ponderação de consenso para estes 4 fatores M. Qual era o mais importante dentre os 4? E qual seria a hierarquia de todos entre si?
Como o ser humano é o planejador de todo e qualquer processo, não havia dúvidas de que ele deveria ser o fator cabeça-de-chave, ou seja o 1º M. Depois não adianta o ser humano ter método e matérias primas se ele não tiver máquinas. Uma máquina “aceita” qualquer método operacional, muito embora haverá apenas um método, o mais racional em produtividade, economia e qualidade, para os objetivos da missão de produção.
Foi entendido que a mão-de-obra era o 1º M, o mais importante, seguido pela máquina em grau de prioridade, o 2º M.
Os métodos e as matérias primas são alternantes em prioridade e ponderação. Toda vez que se muda a matéria prima podem mudar os métodos e vice-versa. A mão-de-obra e a máquina podem atuar por meio de ajustes e regulagens operacionais em vários métodos, para várias matérias primas. Mas, se a máquina não for capaz de operacionalizar o método para a transformação útil de dada matéria prima aplicável?
Em função de condições “restritivas” o resultado a ser obtido irá condicionar o método para certas classes de matérias primas. O método é um engenho científico racional e a matéria prima é uma ocorrência da natureza aproveitada pelo homem.
Ora a mão-de-obra é humana, a máquina uma criação humana, o método era um conjunto de ações lógicas humanas para a adaptabilidade e adequação de procedimentos tais que fossem viáveis para dar transformação material às matérias primas – as primeiras matérias úteis aos processos mutantes de estados fiscos, químicos e biológicos. E a matéria prima é uma ocorrência da natureza.
A mão-de-obra pode ser treinável, e a máquina criada numa nova e reformada numa tradicional. E um dado método aplicado podendo admitir a matéria prima mais adequada, por ajustes e regulagens, da compatibilidade máquina x método, seria o 3º M?
Logo, se entendeu que o método seria o 3º M, ainda como criação humana ... E o 4º M seria a matéria prima.
Tendo-se a hierarquia dos 4 Fatores M, poderíamos estabelecer um padrão-normativo de ponderação para adoção nos projetos de engenharia?
Claro que sim!
Para os 4 Fatores M uma ponderação simplista poderia nascer ou de complexas análises estatísticas, ou usando uma das teorias usadas pela engenharia, a das proporções racionais, sejam ocasionais, ou recorrentes, nas distribuições estatísticas de resultados operacionais.
Então, para 4 Fatores existe a 40/30/20/10. Se fossem para 3 Fatores poderíamos aplicar a 50/30/20 ou a 70/20/10 (esta foi uma ocorrência descoberta por Vilfredo Pareto – economista italiano, quando ele sugestionou a conceituação: “dos muitos triviais e dos poucos vitais”).
Tendo-se estabelecido a hierarquia dos 4 Fatores M seria bem simplista escalar as proporções das prioridades e dos graus de importância. Assim, foi sugerido:
4 Fatores M e as suas ponderações para a engenharia:
1º Mão-de-obra = 40%;
2º Máquina = 30%;
3º Método = 20%;
4º Matéria Prima = 10%.
Total = 100% = Sistema da Qualidade Total.
Parece uma coisa boba, mas se torna importante nos planejamentos da engenharia:
1. Nunca a mão-de-obra sozinha definirá o resultado de um processo, já que não é nem a “metade” dele, mas apenas 40% do todo;
2. Se uma parte das ações da mão-de-obra for automatizada, digamos em 50% das ações manuais que lhe seriam aplicáveis (dos 40% dela), a máquina se tornará predominante, com seus 30%, mais os 20% (do todo de 40% da mão-de-obra) vindos da automação (50% da ponderação de 40% da mão-de-obra);
3. Mão-de-obra e método chegam a 60% do todo, e por isto a falha humana passa a ser de alto potencial de ocorrência já que ambos dependem da habilidade e do conhecimento do homem;
4. Se tivermos uma padronização de “excelência” às variações dos resultados ficarão restritas às variações intrínsecas da matéria prima, ou seja de 10% do todo - Ótimo para a qualidade, a produtividade e a economia;
5. O enfoque futuro, quer dizer desde os anos 1950, com as teorias de Norbert Wiener, Pai da Cibernética e do feedback, será da prevalência do Sistema acima de Fatores isolados, abrangendo a adoção de sistemas para os 100% dos 4 Fatores M;
6. A maior fonte de aprendizado sempre será a humana, nos 40% da mão-de-obra, mas que os longos históricos da riqueza de informações, virão dos registros de 60% da máquina + método + matéria prima;
7. A matéria prima poderá ser o fator de menos restritividade, uma vez que pode ser comprada alhures a qualquer local e tempo;
8. Sem máquinas, com seus 30% de ponderação, poderá haver a produção, mas primitiva, primária, frágil sem agregação de tecnologia e valores tecnológicos;
9. Sem mão-de-obra com seus 40% de intervenções humanas temos a robótica intensiva, quando os empreendimentos se “livram das pessoas”;
10. Sem métodos, com os seus 20% de ponderação, fica-se sem a engenharia “procedural”, e sem as possibilidades de diferenciações nos resultados, com base nas ilações técnico-científicas – fica-se com maiores práticas através da aprendizagem de tentativas, erros e acertos.
Estes conceitos surgiram de dentro da engenharia para se poder implementar a Robótica, onde o trabalho fosse periculoso e insalubre. Ao início dos anos 2000 o Japão detinha a metade dos robôs industriais de todo o mundo. Mas, não tinha, e nunca teve, altos índices de desempregos.
A AUTOMAÇÃO – de dois modos: (a) o primeiro foi o utilizado com a Reengenharia nos anos 1980 – ainda no ideário executivo da globalização, altamente nocivo e predador, que é o de “se livrar das pessoas”, (b) o segundo, mais humanista, quando a sua adoção visa eliminar trabalhos “sujos ou insalubres”. É utilizado quando se quer:
1. Prevenir problemas de saúde nos operários;
2. Evitar riscos de acidentes pessoais e institucionais;
3. Efetuar manipulação de materiais de alta periculosidade;
4. Controlar processos de altíssima velocidade;
5. Evitar a monotonia alienadora;
6. Produzir produtos com extrema precisão, reduzindo as perdas;
7. Dar consistência à produção com resultados mais estáveis;
8. Retirar o operário de locais ambientalmente agressivos;
9. Produzir lotes “customizados” dando flexibilidade à produção e
10. Efetuar integração de dados e informações em sistemas produtivos em rede.
Com a Robótica na aceleração da produção, na criação dos ferramentais de flexibilidade, para a “customização”, criando a sociologia dos produtos seriados, mas individualizados em gostos, preferências, múltiplos padrões e etc – a velha diferenciação levada a sério pelos engenheiros japoneses – com a adoção do Just In Time – foram surgindo outros padrões de restritividades, além daqueles 4 Fatores M de Ishikawa.
Os 4 Fatores M de Ishikawa se consolidaram como a migração do Sistema Básico da Manufatura, para o Sistema Básico da Automação e da Robótica. E outras carências começaram a ser visualizadas pela administração da engenharia e da tecnologia.
Quando tudo começou a ficar veloz, processos e produções, novas centelhas de ameaças foram surgindo, e a restritividade esbarra em outros Fatores Dinâmicos do novo Sistema Básico da Automação e da Robótica:
1. Tempo, prazos e garantias de “cronômetros”;
2. Know-how, conhecimentos, inovações e acervos;
3. Qualificação e recursos humanos;
4. Insumos e Materiais, menos naturais e mais elaborados;
5. Infraestrutura e Mobilidade;
6. Dinheiro, verbas e investidores;
7. Infalibilidade ou confiabilidade de longo termo.
São modernamente os 7 Fatores da Dinâmica da Automação e da Robótica, nos arremessando num novo padrão de geração de riquezas, que necessita que estes 7 fatores sejam síncronos, equitativos em suas proporções, sejam “governados” pela cibernética profunda, tenham contingências de ações para eventos probabilísticos e restritivos – veio então a Teoria das Restrições.
Ora temos sob domínio todos os 7 Fatores, ora 5 ou 6 deles. Ora não temos nenhum ... E sempre, se mantivermos a adoção desta plataforma, poderemos ter restrições em usufruto circunstancial e/ou estrutural de alguns ou de todos estes fatores. Então administrar, governar e dirigir irá requerer um novo perfil para seus administradores – sejam engenheiros, cientistas, contadores, economistas e administradores plenos ...
Estaremos impossibilitados de produzir riquezas, com segurança tecnológica, se ao menos tivermos falta de pelo menos um destes 7 Fatores da Dinâmica da Automação e da Robótica.
Como o caos e a complexidade se agigantam, diante dos administradores, com eventos impactantes, muito mais empobrecedores e destrutivos, nas transitoriedades e nas incertezas, urgem que um novo perfil de administrador tanto público, quanto privado, isentos de ideologias recessivas, seja validado para as governanças locais, regionais e globais.
A cada ano as possibilidades de eventos impactantes e complexos aumentam em sua ocorrência e o Sistema Básico da Automação e da Robótica terá que já estar disponível, como suporte às deliberações e a administração de iniciativas racionais, positivas e de baixa colateralidade.
Fonte: Administradores
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