
Os empreendimentos de sucesso no mercado brasileiro nem sempre apontam para companhias extremamente inovadoras em produtos e serviços
A releitura de um artigo interessante de Janete Ribeiro, consultora da Plugar, neste link , me despertou a curiosidade sobre empreendimentos que tem sucesso e empreendimentos que fracassam.
A releitura de um artigo interessante de Janete Ribeiro, consultora da Plugar, neste link , me despertou a curiosidade sobre empreendimentos que tem sucesso e empreendimentos que fracassam.
Para a primeira leva de casos, os que dão certo, pude observar que não necessariamente são empreendimentos extremamente inovadores, nem sempre são empreendimentos de tecnologia... Mas, em meu campo de observação, vejo que todos levam certa dose de utilização de inteligência.
Vejamos alguns casos que despontam mais para o público em geral. Empreendimentos como o Spoleto, por exemplo, nasceram após boa dose de planejamento, estudo de mercado e inteligência concorrencial muito bem feita. E empreendimentos deste tipo não usam inteligência somente no início ou montagem, mas continuamente.
Neste domingo, li num jornal de grande circulação que o Spoleto vem agora com o conceito de Store in Store. Você leva seu filho para comer uma pizza ou um sanduíche, mas para fugir da junk food pede... uma massa! Isso! Tem um quiosque Spoleto dentro de uma pizzaria ou dentro do Bob´s. O Spoleto deve ter percebido que boa parte da clientela consumidora de sanduíches e pizzas leva seus filhos e família, mas não consome nestes locais.
E não para por aí. Empreendimentos como a Cacau Show e Habib´s também merecem ser consideados. Ambos os empreendedores - Alexandre da Costa e Alberto Saraiva – fizeram mais do que simplesmente identificar um nicho a explorar. Isto é condição básica. Eles foram além, e conseguiram sustentar um processo de inteligência continuada visando a estruturar operações diferenciadas dos demais players já estabelecidos.
A lista não para por aí e nela incluiríamos empreendedores como Jorge Paulo Lehman, Inbev; Oscar Metsavaht, Osklen e Guilherme Paulus - que trouxe a milhares de brasileiros a sua oportunidade de viajar pela primeira vez. Todos tem exemplos clássicos e públicos de uso de extrema inteligência mercadológica para posicionar seus negócios.
Logo... me fica a dúvida se é mais importante ser uma companhia extremamente inovadora ou uma companhia inteligente para operar um empreendimento de contínuo sucesso.
Até a próxima!
Vejamos alguns casos que despontam mais para o público em geral. Empreendimentos como o Spoleto, por exemplo, nasceram após boa dose de planejamento, estudo de mercado e inteligência concorrencial muito bem feita. E empreendimentos deste tipo não usam inteligência somente no início ou montagem, mas continuamente.
Neste domingo, li num jornal de grande circulação que o Spoleto vem agora com o conceito de Store in Store. Você leva seu filho para comer uma pizza ou um sanduíche, mas para fugir da junk food pede... uma massa! Isso! Tem um quiosque Spoleto dentro de uma pizzaria ou dentro do Bob´s. O Spoleto deve ter percebido que boa parte da clientela consumidora de sanduíches e pizzas leva seus filhos e família, mas não consome nestes locais.
E não para por aí. Empreendimentos como a Cacau Show e Habib´s também merecem ser consideados. Ambos os empreendedores - Alexandre da Costa e Alberto Saraiva – fizeram mais do que simplesmente identificar um nicho a explorar. Isto é condição básica. Eles foram além, e conseguiram sustentar um processo de inteligência continuada visando a estruturar operações diferenciadas dos demais players já estabelecidos.
A lista não para por aí e nela incluiríamos empreendedores como Jorge Paulo Lehman, Inbev; Oscar Metsavaht, Osklen e Guilherme Paulus - que trouxe a milhares de brasileiros a sua oportunidade de viajar pela primeira vez. Todos tem exemplos clássicos e públicos de uso de extrema inteligência mercadológica para posicionar seus negócios.
Logo... me fica a dúvida se é mais importante ser uma companhia extremamente inovadora ou uma companhia inteligente para operar um empreendimento de contínuo sucesso.
Até a próxima!
Fonte: Revista Amanhã
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