
Com a implementação do Acordo de Basiléia II no Brasil, os grandes conglomerados bancários poderão utilizar o chamado modelo IRB (Internal Ratings Based) para cômputo da parcela de risco de crédito da exigência de capital. O objetivo deste artigo e mensurar a diferença entre o capital mínimo exigido (e, consequentemente, do´Indice de Basiléia) calculado pela abordagem IRB em relação `a regulamentação atual. Para isso, foram estimadas probabilidades de inadimplência (PD) utilizando matrizes de transicão construídas a partir dos dados da Central de Risco de Crédito (SCR), do Banco Central do Brasil. Os resultados indicam aumento da exigência de capital, ao contrário do ocorrido nos países do G-10.
http://virtualbib.fgv.br/ojs/index.php/rbfin/article/viewFile/1419/1728
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